
Conto erótico: O jogo que virou realidade

A tela do computador iluminava meu rosto no escuro do quarto. O Big Brother Brasil estava no auge, e eu não conseguia desgrudar os olhos daquela cena. Não era a primeira vez que assistia ao programa, mas dessa vez algo era diferente. Diferente porque ela estava lá.
Carolina, a loira de olhos verdes e sorriso malicioso, se movia pela casa com uma confiança que me deixava hipnotizado. Cada gesto, cada risada, cada vez que ela passava a mão pelos cabelos, meu corpo reagia. Não era só atração. Era uma necessidade física, um desejo que crescia a cada segundo.
Naquela noite, ela usava um short tão curto que mal cobria o essencial. As pernas longas e bronzeadas brilhavam sob as luzes da casa, e eu imaginava como seria tocá-las, sentir a pele macia debaixo das minhas mãos. Ela se sentou na beira da piscina, as pernas balançando na água, os dedos brincando com a borda do biquíni. Meu coração acelerou.
Não aguentava mais só assistir. Fechei os olhos por um instante e me imaginei ali, ao lado dela. A fantasia tomou conta. Eu me aproximava, sentava-me bem perto, perto demais. Ela não se afastava. Pelo contrário, sorria, como se soubesse exatamente o que estava fazendo comigo.
— Você sempre olha assim para as pessoas? — perguntei, a voz rouca, o desejo transparecendo em cada palavra.
— Só para quem sabe olhar — respondeu, os lábios úmidos, os olhos fixos nos meus.
Minhas mãos tremiam. Na tela, ela se levantou, a água escorrendo pelo corpo, o biquíni colado à pele. Eu não resisti. Abaixei o zíper da calça, libertando a tensão que latejava há horas. Cada movimento dela era um convite. Cada respiração minha, uma resposta.
Conto erótico: O teste secretoEla se virou, as costas arqueadas, o bumbum firme e redondo quase tocando a tela. Eu a imaginava na minha frente, o cheiro de protetor solar misturado ao cloro da piscina, a pele quente e úmida debaixo dos meus dedos. Minha mão se fechou em torno de mim mesmo, o ritmo sincronizado com o balançar dos quadris dela.
Na tela, Carolina se virou de repente, como se soubesse que estava sendo observada. Seus olhos encontraram os meus, mesmo que através de uma câmera. Sorriu. Um sorriso lento, provocante, como se estivesse me desafiando a ir além.
— Você gosta do que vê? — sussurrei, a voz embargada, o corpo tenso.
Ela não respondeu. Não precisava. O jeito como mordia o lábio, como os dedos deslizavam pela própria pele, era resposta suficiente. Eu me deixei levar, o prazer crescendo a cada segundo, cada gemido abafado, cada movimento mais intenso.
Quando ela entrou na casa, a câmera mudou de ângulo. Eu não precisava ver mais nada. Minha imaginação já tinha preenchido todas as lacunas. Fechei os olhos e me deixei levar pela fantasia, pelo desejo, pela necessidade de sentir aquele corpo contra o meu.
O prazer explodiu em ondas quentes, o nome dela escapando dos meus lábios em um suspiro. Quando abri os olhos, a tela ainda mostrava a casa, mas ela não estava mais lá. Fiquei ali, ofegante, o corpo relaxado, a mente ainda presa naquela fantasia.
Sabia que nunca a teria de verdade. Mas, naquela noite, ela foi minha. E isso era mais do que suficiente.
Conto erótico: O teste secreto
Conto erótico: O agente secreto do prazerConto erótico enviado por Lucas P.
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