Conto erótico: O sabor proibido do intervalo

Conto erótico: O sabor proibido do intervalo

Era uma tarde abafada em São Paulo, o ar-condicionado do escritório zumbia baixo, quase um suspiro. O relógio marcava 15h47 — aquele momento em que a produtividade desmorona e os olhares começam a vagar.

Eu, Lucas, 32 anos, gerente de marketing, deveria estar revisando o relatório trimestral. Mas não conseguia tirar os olhos dela.

Clarice, 28 anos, secretária executiva, cruzava as pernas sob a mesa de vidro, a saia justa subindo alguns centímetros a mais do que o necessário. O salto alto, vermelho como a batom que usava, clicava no chão enquanto ela digitava algo no computador. O cheiro do perfume dela — algo cítrico, com um toque de baunilha — invadia meu espaço sempre que ela passava por minha sala.

Você vai ficar aí olhando para a tela o dia todo, ou vai me ajudar com esses contratos? — Ela me provocou, apoiando os cotovelos na minha mesa, o decote do blusa branca se abrindo o suficiente para revelar o contorno de um sutiã preto.

Engoli seco.

Depende. Se a ajuda incluir um café, estou dentro. — Respondi, empurrando a cadeira para trás. O espaço entre nós era mínimo, elétrico.

Clarice sorriu, mordendo o lábio inferior.

Só se você prometer não colocar açúcar. Já é doce demais. — Ela virou as costas, mas não antes de me lançar um olhar por sobre o ombro, aquele que dizia você sabe o que eu quero.

O corredor até a copa estava vazio. O escritório, quase deserto no intervalo da tarde. Ela foi na frente, os quadris balançando de um jeito que fazia minha imaginação disparar. Quando chegamos, Clarice encostou no balcão, os braços esticados, os seios pressionados contra a blusa fina.

Você sempre foi bom em negociar, Lucas. Mas hoje, eu quero algo… diferente. — Sua voz era um sussurro rouco, os dedos brincando com a alça da bolsa.

Conto erótico: O alívio entre as paredes do banheiro da faculdadeConto erótico: O alívio entre as paredes do banheiro da faculdade

Não precisei de mais convite.

Aproximei-me, colando meu corpo ao dela, sentindo o calor que irradiava. Minha mão deslizou pela cintura dela, puxando-a contra mim. O hálito quente, misturado ao cheiro de café fresco, invadia minha boca quando nossos lábios se encontraram. Não foi um beijo — foi uma posse. Sua língua, ágil e quente, explorou a minha enquanto minhas mãos subiam pela saia, encontrando a pele macia das coxas.

Alguém pode entrar… — Ela murmurou, mas não se afastou. Pelo contrário, arqueou as costas, oferecendo-se.

Que entre. — Rosnei, mordiscando seu pescoço, sentindo o gosto salgado da pele. Meus dedos encontraram a umidade através da calcinha de renda, e ela gemeu baixo, as unhas cravando em meus ombros.

O barulho da porta se abrindo nos congelou.

Chefe, eu… — A voz da estagiária ecoou, mas parou abrupta quando nos viu. Clarice se virou, ajustando a saia com uma calma que me deixou ainda mais excitado.

A reunião foi adiada, Ana. Volte daqui a meia hora. — Ela disse, sem um pingo de vergonha.

Assim que a porta se fechou, Clarice me empurrou contra a parede, os lábios colados aos meus, as mãos ágeis desabotoando minha calça.

Agora, Lucas. Não tenho mais paciência. — Sua voz era um comando.

E eu obedeci.

Conto erótico: O alívio entre as paredes do banheiro da faculdadeConto erótico: O alívio entre as paredes do banheiro da faculdade
Conto erótico: Aquele momento de alívio no banheiro da faculdadeConto erótico: Aquele momento de alívio no banheiro da faculdade

Conto erótico enviado por Marina R., 34 anos, advogada, São Paulo.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: O sabor proibido do intervalo
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Go up