Conto erótico: O desafio dos lábios

Conto erótico: O desafio dos lábios

A noite em Salvador era abafada, o ar carregado com o cheiro de mar e desejo. Eu, Paulo Roberto, estava no bar da praia, observando o movimento, quando ela chegou: Isabela, uma mulher de cabelos negros e olhos castanhos, com um vestido vermelho que realçava cada curva do corpo.

O sorriso dela era um convite, e eu não era do tipo que recusava um desafio.

Você sempre fica sozinho num lugar desses? — perguntou, sentando-se ao meu lado sem esperar convite.

Às vezes gosto de observar antes de agir — respondi, sentindo o calor subir pelo pescoço enquanto seus dedos roçavam no meu braço.

Isabela não perdeu tempo. Pediu duas caipirinhas e, enquanto conversávamos, o flerte foi ficando cada vez mais intenso. Os olhares, os toques sutis, a promessa de algo mais. Em menos de uma hora, estávamos no meu apartamento, a porta mal havia fechado quando ela me empurrou contra a parede, a boca colada na minha, a língua invadindo sem cerimônia.

Você é ainda melhor do que eu imaginava — sussurrou, enquanto as mãos desciam pelo meu peito, parando na cintura da minha calça.

Não demorou para que eu estivesse nu, a ereção pulsante, enquanto ela se ajoelhava na minha frente. Isabela olhou para cima, os olhos brilhando com malícia, enquanto envolvia a base do meu pênis com os dedos.

Meu Deus, Paulo... não sei se isso vai caber — murmurou, a língua saindo para umedecer os lábios.

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Não respondi. Só observei, ofegante, enquanto ela tentava me levar à boca. Os lábios dela se esticavam, a saliva escorrendo pelos cantos, mas ela não desistiu. Usou as mãos para guiar, a língua traçando círculos na ponta, enquanto tentava me engolir aos poucos.

Assim, Isabela... devagar — gemido escapou dos meus lábios, enquanto ela intensificava os movimentos, os dedos massageando a base, a outra mão apertando levemente meus testículos.

Ela não parou. Cada vez que eu pensava que não ia aguentar, ela voltava, determinada, os olhos lacrimejando, mas o sorriso malicioso ainda nos lábios. O som dos gemidos dela, a respiração ofegante, só aumentavam minha própria excitação.

Não para, porra — rosnei, os dedos enterrados nos cabelos dela, guiando os movimentos.

Isabela obedeceu, chupando com mais força, até que senti o corpo tensionar, o prazer crescendo como uma onda. Quando gozei, foi com um gemido gutural, as mãos apertando a cabeça dela, enquanto ela engolia tudo, sem pressa, como se estivesse saboreando cada segundo.

Quando finalmente se levantou, o sorriso ainda nos lábios, puxou-me para um beijo intenso, como se quisesse provar a si mesma em mim.

Acho que você acabou de me conquistar — disse, enquanto me levava para a cama.

E eu soube que aquela noite seria só o começo.

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Conto erótico enviado por C. Gomes, 34, Salvador.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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