Conto erótico: O limite do prazer

Conto erótico: O limite do prazer

A noite em Salvador era quente, o ar pesado com o cheiro de mar e desejo. Eu, Fernanda, estava no bar da praia, observando o movimento, quando ele chegou: Tiago, com aquele sorriso confiante e os olhos que pareciam ver através de mim.

Vestia uma camisa branca aberta, revelando o peito marcado, e um short que não deixava dúvidas sobre o que escondia.

Sozinha num lugar desses? — perguntou, sentando-se ao meu lado sem esperar convite.

Às vezes, gosto de aproveitar a vista — respondi, sentindo o calor subir pelo corpo.

Tiago não perdeu tempo. Pediu duas caipirinhas e, enquanto conversávamos, seus dedos roçavam nos meus, um toque que prometia muito mais. O flerte foi rápido, intenso, e em menos de uma hora estávamos no meu apartamento, a porta mal havia fechado quando ele me empurrou contra a parede, a boca colada na minha, a língua invadindo sem piedade.

Você quer isso, não é? — sussurrou, a voz rouca, enquanto as mãos exploravam meu corpo, apertando meus seios, descendo até a cintura.

Não respondi com palavras. Ajoelhei-me na frente dele, os olhos fixos nos seus enquanto desabotoava o short. Tiago soltou um rosnado de aprovação quando senti o pênis duro nas mãos, quente e pulsante.

Assim, Fernanda — ordenou, os dedos enterrados nos meus cabelos. — Até o fim.

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Comecei devagar, a língua traçando círculos na ponta, sentindo o gosto salgado da excitação dele. Tiago não me deixou controlar o ritmo. Segurou minha cabeça, guiando os movimentos, cada vez mais fundos, mais intensos.

Isso... assim — gemia, os quadris empurrando suavemente, enquanto eu o levava cada vez mais perto do limite.

Ele não me deixou parar. Sempre que eu tentava respirar, puxava-me de volta, os dedos apertando com uma posse que me deixava molhada. O som dos gemidos dele, a respiração ofegante, só aumentavam minha própria excitação.

Não para, porra — rosnou, a voz quebrada, enquanto eu sentia o corpo dele tensionar.

Obedeci, chupando com mais força, a mão massageando a base, até que ele não aguentou mais. Com um gemido gutural, gozou na minha boca, e eu engoli tudo, sentindo o prazer dele como se fosse meu.

Quando se afastou, ofegante, Tiago me puxou para cima, os lábios colados nos meus, como se quisesse provar a si mesmo em mim.

Agora é a minha vez — disse, com um sorriso malicioso, enquanto me levava para a cama.

E eu soube que aquela noite seria inesquecível.

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Conto erótico enviado por L. Costa, 31, Salvador.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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