
Conto erótico: Ritmo do desejo – Corpos colados e a dança que molhou além da pele

A noite pulsava com batidas que vibravam até o osso. No meio da pista, meu corpo se movia como se tivesse vontade própria, guiado pela música eletrônica que preenchia o ar denso e quente.
Foi quando senti o calor dele atrás de mim, uma presença magnética que não pude ignorar. Meu vestido de seda colava na pele, já úmida de suor e expectativa, enquanto suas mãos encontraram minha cintura com uma confiança que me fez estremecer.
"Você dança como se ninguém estivesse olhando", sussurrou no meu ouvido, sua voz um contraste rouco com a melodia estridente. Seus dedos traçaram círculos lentos em minha cintura, enviando ondas de eletricidade diretamente para meu centro.
Virei-me lentamente, encontrando olhos escuros que pareciam devorar cada parte de mim sob as luzes piscantes.
"Danço como se você estivesse olhando", respondi, minha voz mais baixa do que esperava. Seu sorriso foi quase imperceptível, mas suficiente para fazer meu coração acelerar. Nossos corpos se ajustaram perfeitamente, movendo-se em um ritmo que parecia criado apenas para nós.
A multidão ao redor desapareceu, tornando-se apenas um borrão de luzes e sombras enquanto ele me puxou mais perto.
Sua mão subiu pelas costas, traçando cada vértera até prender meu cabelo na nuca, inclinando minha cabeça para expor meu pescoço. "Sinto seu cheiro", murmurou antes de seus lábios encontrarem minha pele, quentes e insistentes.
Minhas mãos se enroscaram em seu cabelo, curtos e cacheados, enquanto seu joelho se abria entre minhas pernas, criando uma pressão deliciosa que me fez gemer baixinho.
A música mudou para algo mais lento, mais sensual, e nossos movimentos se tornaram mais íntimos, mais deliberados. Suas mãos deslizaram pelas laterais de meu corpo, descendo até minhas coxas, erguendo a saia do vestido até meus quadris. "Estou molhada", confessei, e ele respondeu com um riso baixo que vibrou em meu peito.
"Posso sentir", disse, seus dedos encontrando a barra de meu vestido e puxando-o para cima. O ar fresco bateu contra minha pele úmida, mas seu calor logo substituiu tudo quando suas mãos exploraram minhas coxas, subindo lentamente até encontrar meu tecido já encharcado. Seus dedos pressionaram através do material, fazendo meu corpo arquear contra ele.
"Vamos", sussurrou, pegando minha mão e me guiando para fora da pista dançante. O corredor levava a um banheiro discreto, e ele não hesitou em trancar a porta atrás de nós. O espaço era pequeno, iluminado por uma única luz vermelha que criava sombras sedutoras em seus traços.
Conto erótico: O piru que marcou minha memóriaEle me pressionou contra a porta, seu corpo cobrindo o meu completamente. "Quero te provar", disse antes de me beijar com uma fome que correspondia à minha.
Suas mãos levantaram meu vestido, seus dedos deslizando para dentro de minha calcinha, encontrando meu clitóris já inchado e pulsante. Meus joelhos fraquejaram enquanto ele trabalhava com um ritmo que me deixava sem fôlego.
Seus dedos entraram em mim, primeiro um, depois dois, movendo-se em círculos que me levaram à beira do abismo. "Não pare", roguei, minhas mãos descendo até o jeans dele, desabotoando-o com urgência. Quando o liberei, já estava duro e pronto.
Ele me ergueu facilmente, minhas pernas envolvendo sua cintura enquanto ele me entrava com um movimento lento que nos fez gemer em uníssono.
Cada thrust era mais profundo que o anterior, seu ritmo acelerando até que não conseguíamos mais distinguir onde um corpo terminava e o outro começava. Minhas unhas arranharam suas costas enquanto o prazer se acumulava, uma onda crescente que finalmente me fez gritar contra seu ombro.
Ele me seguiu logo depois, seu corpo tremendo contra o meu enquanto encontrava seu próprio clímax.
Permanecemos colados por vários minutos, nossos corpos ainda tremendo, o som da música abafado vindo de fora. Ele me beijou suavemente, um contraste com a fome anterior. "Qual seu nome?", perguntou finalmente.
Sorri, ajustando meu vestido. "Isso importa?"
Ele riu, ajudando-me a endireitar o cabelo. "Talvez não. Mas gostaria de saber onde posso te encontrar novamente."
Saí do banheiro primeiro, sentindo seu olhar em minhas costas enquanto me reintegrava à multidão. A música ainda pulsava, mas agora cada batida parecia ecoar o ritmo que nosso corpos haviam criado. Sabia que essa noite estava longe de terminar.
Conto erótico enviado por Rafael e Sofia.
Conto erótico: O piru que marcou minha memória
Conto erótico: O toque proibido – Desejo, tensão e o dedinho que acendeu o fogoEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Ritmo do desejo – Corpos colados e a dança que molhou além da pele
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
Go up







Deixe um comentário