
Conto erótico: O altar da deusa

O templo não era de pedra, mas de meu quarto. A luz não vinha de velas, mas da lua cheia que inundava tudo com uma prata fantasmagórica. E eu não era apenas uma mulher. Naquela noite, eu era uma deusa. E ele, meu devoto.
Ele estava nu, ajoelhado no centro do tapete persa, a cabeça baixa em sinal de reverência. Seu corpo era uma escultura de força e vulnerabilidade, pronto para receber meu julgamento, meu prazer, minha dor. "Levante a cabeça", minha voz ecoou no silêncio, mais profunda, mais poderosa. "Olhe para sua divindade."
Ele obedeceu. Seus olhos se encontraram com os meus, e neles vi uma adoração tão pura, tão absoluta, que me fez estremecer. "Hoje", declarei, caminhando lentamente ao redor dele, meus dedos roçando seus ombros, "seu corpo é meu altar. Cada gemido, uma oração. Cada sensação, uma oferenda."
Minha mão deslizou por suas costas, sentindo os músculos se contraírem sob meu toque. "Você existe para me servir", sussurrei em seu ouvido, meu hálito quente. "Seu único propósito é me dar prazer."
"Sim, minha deusa", a resposta dele foi um sopro rouco, cheio de submissão.
Aproximei-me da frente, meus seios níveis com seu rosto. "Adore", ordenei. Ele não hesitou. Seus lábios se fecharam sobre meu mamilo, uma adoração fervorosa. Sua língua dançou, traçando círculos, sugando com uma fome que me enviou ondas de calor direto para entre minhas pernas. Eu prendi meu cabelo, permitindo que ele tivesse acesso total, minha cabeça se inclinando para trás enquanto ele me adorava, um devoto famoso por sua deusa.
Depois, empurrei-o suavemente para trás, até que ele estivesse deitado. Fiquei sobre ele, uma rainha em seu trono de carne. "Este é meu reino", disse, minhas mãos apoiadas em seu peito. "E eu reino aqui."
Conto erótico: No trabalho - A reunião particularBaixei-me lentamente, deixando meu corpo roçar o dele, sentindo cada músculo, cada pulso de desejo que ele não conseguia controlar. Eu o estava torturando, e nós dois amávamos cada segundo. Seus gemidos eram música para meus ouvidos, a trilha sonora do meu poder.
Finalmente, quando senti que ele não aguentava mais, me posicionei sobre ele. Olhei nos olhos dele enquanto descia, tomando-o dentro de mim em um movimento lento e deliberado. O som que ele fez foi de pura rendição. Eu o possuía. Completamente.
Comecei a me mover, um ritmo lento, hipnótico. Cada movimento de meus quadris era um ato de conquista, cada roçar uma reivindicação. Eu o levava ao limite, o mantinha lá, uma maré de prazer que não quebrava. "Por favor, minha deusa", ele suplicou, as mãos apertando meus quadris. "Por favor, me deixe ir."
"Você irá quando eu decidir", respondi, meu próprio prazer se acumulando, uma força da natureza prestes a ser libertada.
E então, quando eu senti minha própria onde se formar, eu o liberei. Acelerei o ritmo, montando-o com uma fúria divina. Ele gritou meu nome, ou melhor, meu título, enquanto se entregava, seu corpo tremendo sob o meu. Seu clímax desencadeou o meu, uma explosão de luz e poder que me deixou ofegante, tremendo, completamente saciada.
Eu fiquei sobre ele por um longo tempo, nosso coração batendo como um só. Ele havia me adorado, e em troca, eu lhe dei um vislumbre do paraíso. Eu era uma deusa. E ele, meu devoto mais fiel.
Conto erótico enviado por Gabriel.
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