
Conto erótico: O mapa do prazer

Eu não o queria todo de uma vez. Eu o queria em partes. Como uma obra de arte que se aprecia em detalhes antes de entender a sua totalidade. Ele estava deitado na minha cama, a luz da lua desenhando contursos prateados em sua pele, esperando. E eu estava pronta para a minha exploração.
Comecei pelas mãos. Peguei uma delas, a mão direita, e a trouxe até meus lábios. Não era apenas uma mão, era um mapa. As veias que corriam sob sua pele eram rios de força. Os dedos longos e firmes, promessas de como poderiam me tocar.
Beijei cada ponta de dedo, sentindo a textura áspera de sua unha, o calor macio de sua polpa digital. "Suas mãos constroem coisas", sussurrei, meu hálito quente contra sua palma. "Eu quero sentir o que elas podem construir em mim."
Ele não disse nada, apenas me observava, o peito subindo e descendo em um ritmo controlado. Minha jornada continuou, descendo pelo seu braço. Meus lábios traçaram a linha delicada do seu bíceps, meus dentes roçando levemente a pele, sentindo o músculo se contrair sob meu toque. Era um poder delicioso, o de despertar reações em um corpo tão forte.
Depois, foquei em seu peito. Meu ouvido se pressionou contra ele, ouvindo a batida de seu coração, um tambor pesado e constante. Thump-thump. Thump-thump. Era a trilha sonora da nossa noite. Minha língua deslizou em círculos ao redor de seu mamilo, sentindo-o endurecer instantaneamente. Um gemido baixo escapou de seus lábios, a primeira quebra em seu silêncio. Foi minha recompensa. Eu o fiz sentir.
Minha atenção se voltou para sua barriga. Meus dedos desenharam espirais em sua pele, sentindo os tremores que meu toque causava. Eu beijei a linha fina de pelos que descia de seu umbigo, um caminho claro para o sul, para o centro de seu desejo. Mas eu não tinha pressa. Eu estava desfrutando da viagem.
"Por favor", ele sussurrou, a voz rouca de necessidade. "Olhe para mim."
Eu ergui os olhos, encontrando os dele, escuros e intensos. "Eu estou olhando", respondi. "Estou vendo você."
Conto erótico: Lições íntimas com o professor sedutorFinalmente, minha jornada chegou ao seu destino. Ele estava ereto, pulsando contra a barriga, um testemunho do meu poder sobre ele. Eu não o toquei de imediato. Apenas o admirei, a forma perfeita, a cor escura, a veia proeminente. Era a parte mais vulnerável, a mais honesta do seu corpo.
Quando finalmente o envolvi com meus lábios, o som que ele fez foi quase um grito. Era um som de rendição, de puro prazer. Eu o devorei, lentamente, sentindo cada pulsação, cada contração em minha boca. Era uma adoração, uma celebração da sua masculinidade.
Suas mãos se entrelaçaram no meu cabelo, não para me guiar, mas para se ancorar, para sobreviver à tempestade de sensações que eu estava criando.
Eu o levei até o limite, até sentir seu corpo todo se tensar, até suas pernas tremerem. E então, parei. Ele ofegou, frustrado, confuso. "Por que...?"
"Porque ainda não acabei", disse eu, subindo e me posicionando sobre ele. "Ainda há partes de mim que você não explorou."
E então, eu o guiei para dentro de mim. A entrada foi lenta, deliberada. O preenchimento, completo. Nossos corpos se uniram, não mais como explorador e mapa, mas como duas partes de um todo, finalmente conectados.
O ritmo que criamos foi antigo e novo, uma dança que conhecíamos há vidas. Cada movimento era uma conversa, cada gemido uma resposta. E quando o clímax nos atingiu, foi simultâneo, uma explosão de luz e calor que nos desfez e nos refez novamente, parte por parte.
Conto erótico enviado por Helena.
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Conto erótico: Sedução irresistível da aluna proibidaEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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