
Conto erótico: Fantasia selvagem no campus universitário

Eu tinha 19 anos, no meu primeiro semestre de biologia na universidade, cheia de sonhos e um desejo latente por aventuras que transcendiam as salas de aula.
Meu nome é Laura, e ela se chamava Mia, 20 anos, minha parceira de laboratório com cabelos vermelhos flamejantes e um corpo atlético que me hipnotizava durante as dissecações. O campus era nosso playground, com gramados vastos e cantos escondidos onde fantasias podiam se tornar reais.
A tensão começou em uma aula prática tarde da noite. O laboratório cheirava a formaldeído e terra úmida, mas o ar entre nós carregava algo primal, selvagem. "Laura, olha como essa amostra pulsa de vida", disse Mia, os olhos verdes fixos nos meus, enquanto suas mãos guiavam as minhas no microscópio.
Senti o calor da sua pele roçando a minha, um formigamento subindo pelo braço. "E se explorássemos algo mais vivo? Algo nosso?"
Meu coração martelava. O campus à noite era um labirinto de sombras, árvores antigas sussurrando segredos. Saímos do prédio, o ar fresco da noite beijando nossa pele. Mia me levou para um bosque isolado no limite do campus, onde lendas falavam de rituais antigos.
"Aqui, ninguém nos vê", sussurrou ela, puxando-me para perto. Seus lábios encontraram os meus em um beijo feroz, como se fôssemos criaturas da natureza, livres e famintas.
Caímos na grama macia, folhas crocantes sob nossos corpos. Suas mãos exploravam sob minha camiseta, traçando a curva dos seios, apertando os mamilos endurecidos até eu arquejar. "Você é tão sensível, Laura. Deixe-me te devorar."
Desci a mão pela sua calça leggings, sentindo o calor úmido entre as pernas. Seus gemidos ecoavam baixos, misturando-se ao vento, enquanto meus dedos circulavam seu clitóris, lento e teasing.
Conto erótico: Cumplay - O jogo do prazerMia me virou, posicionando-me de quatro, o solo fresco contra os joelhos. "Sinta a terra, sinta a liberdade", murmurou, lambendo uma trilha pela minha espinha. Sua língua desceu mais, explorando meu centro com lambidas ávidas, sugando com uma intensidade que me fazia tremer.
O gosto salgado do suor se misturava ao orvalho da noite, meu corpo arqueando, implorando por mais. "Mia, por favor, me preencha."
Ela tirou um brinquedo da mochila, um vibrador suave e curvo, lubrificado pelo nosso desejo. Posicionou na entrada, entrando devagar, centímetro por centímetro, enquanto sua mão livre massageava minhas nádegas.
"Assim, bem fundo", gemia ela, o ritmo crescendo, alternando vibrações que enviavam choques de prazer pelo meu corpo. Eu empurrava para trás, sincronizando, o som de carne contra carne pontuado por nossos suspiros.
Virei-me, querendo vê-la, e a puxei para cima de mim. Nossas bocas se colidiram novamente, línguas dançando enquanto eu a guiava para cavalgar meu quadril, o brinquedo agora entre nós, roçando pontos sensíveis.
"Você me deixa louca", confessei, mordiscando seu pescoço, sentindo seu pulso acelerado. Ela acelerou, os seios balançando, suor escorrendo entre vales, até o orgasmo nos atingir como uma tempestade, corpos convulsionando em uníssono, gritos abafados nas estrelas.
Ficamos ali, entrelaçadas, o campus adormecido ao nosso redor. Aquela fantasia universitária nos transformou, tornando cada aula um prelúdio para noites selvagens, cheias de desejo cru e conexões profundas.
Conto erótico enviado por Thiago.
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Conto erótico: Fantasia selvagem no campus universitário
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