
Conto erótico: O sabor da proibição

O telefone vibrou na mesa, uma luz azul pulsando no escuro do quarto. Ao meu lado, meu marido respirava profundamente, imerso em um sono tranquilo. A mensagem na tela era curta, devastadora: "Estou fora. Venha." Meu coração deu um pulo, uma mistura de culpa e uma excitação elétrica que me paralisou.
Era ele. Leo. O erro que eu não conseguia corrigir.
Deslizei para fora da cama, os pés encontrando o piso frio sem fazer barulho. Cada movimento era uma traição silenciosa. Vesti o primeiro robe que encontrei, um tecido fino que mal me cobria. A casa estava em silêncio, um testemunho da paz que eu estava prestes a quebrar.
A porta da frente se abriu com um clique suave. Ele estava lá, encostado no batente, uma sombra imponente sob a luz da lua. Não disse nada. Apenas me pegou pela cintura e puxou para fora, para a escuridão do jardim. Seus lábios encontraram os meios com uma fome que me assustava e me consumia. Era um beijo de desespero, de um desejo proibido que tínhamos nutrido em segredo.
"Não devíamos fazer isso", sussurrei contra sua boca, mesmo enquanto minhas mãos se entrelaçavam em seu cabelo, puxando-o para mais perto.
"Eu sei", ele respondeu, a voz rouca. "Mas eu não consigo parar."
Ele me empurrou suavemente contra o tronco de uma árvore, a casca áspera roçando minhas costas através do fino tecido. Suas mãos eram fogo em minha pele, deslizando sob o robe, encontrando as curvas que meu marido conhecia tão bem, mas que ele tornava completamente novas. Cada toque era uma promessa de prazer, uma lembrança do porquê eu havia arriscado tudo.
Conto erótico: Segredos proibidos com meu mentor mais velhoSeus lábios deixaram os meus, descendo pelo meu pescoço, mordiscando a pele sensível. Eu mordi meu próprio lábio para não gritar, o som do prume abafado em minha garganta. "Você é uma viciada em mim", ele sussurrou em meu ouvido, e a verdade de suas palavras foi um golpe que me excitou.
Ele me virou, minhas mãos apoiadas no tronco da árvore para me equilibrar. Eu estava à sua mercê, no escuro, sob as estrelas. A sensação de sua pele contra a minha, o calor de seu corpo, o cheiro de seu perfume misturado com o cheiro da terra molhada... era tudo avassalador. A transgressão tornava cada sensação mais aguda, mais real.
"Olhe para mim", ele ordenou, sua voz baixa e dominante. Eu virei a cabeça, meus olhos se encontrando com os dele no escuro. "Diga que é meu."
"Sou sua", eu confessei, a voz quebrada pelo desejo.
E então ele me possuiu ali, no jardim da minha própria casa, a poucos metros do meu marido adormecido. Não foi um ato de amor, mas de pura luxúria, uma rendição a um desejo que nos controlava. O ritmo era intenso, cada movimento uma reafirmação da nossa ligação proibida. Eu me perdi na sensação, no risco, na emoção de ser má.
Depois, ele se afastou. O silêncio voltou, pesado, cheio de palavras não ditas. Ele ajustou meu robe com um cuidado que contrastava com a brutalidade de nossos momentos antes. "Até a próxima vez", disse, antes de desaparecer nas sombras.
Voltei para dentro, meu corpo tremendo, o cheiro dele ainda em mim. Deitei na cama, ao lado do meu marido. O peso da traição era imenso, mas misturado a ele estava o resquício do prazer, o sabor proibido que eu já sabia que voltaria a procurar.
Conto erótico: Segredos proibidos com meu mentor mais velho
Conto erótico: O calor da multidãoConto erótico enviado por Sofia.
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