Conto erótico: Procuro dominante – O jogo que mudou tudo

Conto erótico: Procuro dominante – O jogo que mudou tudo

Eu nunca tinha entrado num lugar daquele jeito. A porta de madeira escura, o cheiro de couro e baunilha, a luz amarelada que deixava as sombras dançarem nas paredes. Era um clube privado, daqueles que só se descobre por convite. E eu estava ali, sozinha, com o coração batendo forte, procurando algo que nem eu mesma conseguia definir.

Você é nova aqui. A voz veio de trás, grave, arrastada, como um toque de dedos na minha nuca. Virei devagar. Ele estava encostado no balcão, camisa branca aberta no colarinho, os olhos escuros fixos nos meus. Não era uma pergunta. Era uma constatação.

— Sim — respondi, sem desviar o olhar. — E você?

Um sorriso lento, quase cruel, se desenhou nos lábios dele.

— Eu sou o que você veio buscar.

Não precisei perguntar o que ele queria dizer. A energia entre nós era espessa, quase palpável. Ele se aproximou, o cheiro de uísque e pele quente invadiu meu espaço. Um dedo deslizou pelo meu braço, do cotovelo até o pulso, e senti a pele arder.

— Tem medo? — ele sussurrou, a boca tão perto do meu ouvido que a respiração dele me fez estremecer.

— Não — menti.

Ele riu, baixo, e apertou meu pulso com mais força.

— Boa menina.

Não era um elogio. Era um aviso.

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O toque dele era firme, possessivo, como se já soubesse que eu ia ceder. E, Deus, eu queria. Queria sentir aquele controle, aquela mão guiando cada movimento, cada suspiro. Ele me levou para um canto mais escuro, onde a música era só um zumbido distante, e pressionou meu corpo contra a parede fria.

— Regras — disse, a voz rouca. — Você obedece. Sem perguntas.

Assenti, a respiração acelerada. Ele não esperou mais. A mão dele subiu pela minha coxa, a saia se ergueu, e eu senti o ar frio na pele quente. Um dedo traçou a borda da minha calcinha, depois a afastou.

— Molhada — ele murmurou, satisfeito. — Já imaginou isso, não foi?

Não respondi. Não conseguia. A boca dele encontrou a minha, dura, exigente, e eu me perdi no gosto de menta e pecado. Cada toque era uma ordem, cada gemido meu, uma submissão. Ele não me beijava. Ele me conquistava.

Quando a mão dele finalmente me tocou, sem barreiras, sem pudor, eu arqueei, as unhas cravadas nos ombros dele. Não era carinho. Era posse. E eu nunca tinha me sentido tão viva.

— Mais — pedi, sem vergonha.

Ele sorriu, os dentes brilhando na penumbra.

— Como manda.

E então, ele me mostrou o que era ser dominada.

Conto erótico enviado por Luana, 28, que descobriu o prazer na entrega e nunca mais olhou para trás.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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