
Conto erótico: O vizinho e o desejo proibido entre dois corpos

A tarde caía sobre o prédio antigo, e o ar condicionado zumbia baixo enquanto eu me debruçava na janela da sala. O sol batia forte nas paredes de tijolos aparentes, e o suor escorria devagar entre meus seios, colando a camiseta fina à pele. Foi então que o vi.
Lucas, o vizinho do apartamento ao lado, estava na varanda, sem camisa, enxugando o suor do peito com uma toalha. Seus músculos se moviam sob a pele bronzeada, e o short de ginástica deixava pouco à imaginação. Mas não eram só os braços fortes ou o abdômen definido que me faziam morder o lábio. Era o volume entre suas pernas, impossível de ignorar, que me deixava com as coxas trêmulas.
Eu já o tinha visto antes, claro. Mas hoje, algo era diferente. Talvez fosse o jeito como ele me olhou, demorando os olhos em mim antes de sorrir, lento, como se soubesse exatamente o efeito que causava. Ou talvez fosse a presença de Daniel, meu namorado, dormindo no sofá atrás de mim, alheio ao fogo que queimava entre minhas pernas.
— Você gosta do que vê? A voz de Lucas atravessou o espaço entre nós, grave, quase um sussurro.
Engoli em seco. Não deveria responder. Não deveria nem estar olhando. Mas a curiosidade era mais forte que a razão.
— Talvez. Minha voz saiu rouca, e eu me virei, encostando nas grades da janela. O tecido da saia subiu um pouco mais, e não me importei em ajustá lo.
Ele riu, um som quente que vibrou dentro de mim.
— Venha aqui, então. Não era um convite. Era uma ordem.
Olhei por cima do ombro. Daniel ainda dormia, o peito subindo e baixando em ritmo tranquilo. A tentação era um veneno doce. Com um último olhar para o homem que deveria ser meu único desejo, cruzei a varanda e entrei no apartamento de Lucas.
O cheiro de colônia masculina e suor fresco invadiu minhas narinas. Ele fechou a porta atrás de mim, e o clique da fechadura ecoou como um tiro. Suas mãos, ásperas e quentes, deslizaram pela minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. Senti cada centímetro de sua excitação, dura e pulsante, pressionada em meu ventre.
— Você é perigosa, sabia? Sua boca roçou meu ouvido, e um arrepio percorreu minha espinha.
— Não mais do que você. Minhas unhas cravaram em seus ombros enquanto ele me empurrava contra a parede, a textura fria do azulejo contrastando com o calor de sua pele.
A boca de Lucas encontrou a minha, voraz, sua língua dominando a minha com uma habilidade que me fez gemer. Suas mãos subiram pela minha coxa, levantando a saia, e quando seus dedos encontraram a umidade entre minhas pernas, um suspiro escapou dos meus lábios.
— Você está encharcada. Sua voz era um rosnado. E eu nem comecei.
O som da porta se abrindo nos congelou.
Conto erótico: A esposa carinhosa e o moleque do condomínio— Gabriela? A voz de Daniel, confusa, vinha do corredor. O que você está fazendo aqui?
Meu coração disparou. Lucas não se moveu, seus olhos fixos nos meus, desafiadores. Eu deveria me afastar. deveria mentir. Mas a verdade era que não queria.
— Vem cá, Daniel. Minha voz tremia, mas as palavras saíram firmes. Acho que você precisa ver isso.
Os passos de Daniel se aproximaram, e quando ele entrou na sala, seus olhos se arregalaram. Primeiro, a surpresa. Depois, algo mais escuro, mais quente.
— Vocês dois… Sua voz falhou, mas o volume em sua calça não mentia.
Lucas sorriu, lento, perverso.
— Ela não conseguiu resistir, amigo. E, pelo jeito, você também não.
Daniel engoliu em seco, mas não recuou. Em vez disso, deu um passo à frente, seus dedos tremendo ao tocar meu rosto.
— Você quer isso? Sua pergunta era um sussurro, carregado de desejo e incerteza.
Eu não respondi com palavras. Em vez disso, puxei sua boca para a minha, sentindo o gosto familiar de seus lábios enquanto as mãos de Lucas deslizavam por trás, desabotoando meu sutiã. A sensação de ser tocada por dois homens, de ser desejada por ambos, era intoxicante.
As roupas caíram no chão, e logo estávamos entrelaçados no sofá, pele contra pele, mãos explorando, bocas famintas. Lucas se ajoelhou entre minhas pernas, sua língua traçando um caminho quente e lento até meu centro, enquanto Daniel beijava meu pescoço, suas mãos apertando meus seios.
— Deus, você é linda assim. A voz de Daniel era áspera, quase um gemido.
Não havia mais volta. Não havia mais dúvidas. Só existia o agora, o calor, o desejo queimando em cada toque, cada suspiro, cada movimento.
E quando Lucas finalmente entrou em mim, com Daniel ao meu lado, suas bocas e mãos me levando ao limite, soube que aquele momento seria gravado em minha pele para sempre.
Conto erótico enviado por Mariana R.
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