
Conto erótico: Foda rural no cerrado Goiano

O sol de Goiás castigava a terra, mas o calor que subia das minhas pernas era muito mais intenso. Eu, Larissa, observava o peão, Rafael, consertar uma cerca. O suor escorria pelas costas dele, marcando a camiseta colada ao corpo.
Cada movimento dos braços fortes me fazia lembrar da noite anterior, daquela mesma força me possuindo. O desejo apertou minha barriga.
Ele sentiu meu olhar e se virou, um sorriso maroto no rosto. "Patroa, a água aqui tá acabando", ele gritou, com a voz rouca de quem trabalhava o dia todo. Eu sabia que não era de água que ele estava falando. Deixei a ferramenta na mão e caminhei até ele, balançando os quadris. O cheiro de terra, mato e homem me envolveu.
"Fica tranquilo, peão. A gente acha um outro poço", disse eu, passando a mão no peito dele. Ele estremeu, mas não recuou. Seus olhos queimavam, cheios de fome. "Mas primeiro, me mostra essa sede de perto". Não precisei pedir duas vezes. Rafael me agarrou pela cintura e me pressionou contra o tronco de um ipê.
A madeira áspera roçou nas minhas costas enquanto ele me beijava com uma urgência que me tirou o fôlego. Suas mãos desceram pelo meu vestido de chita, encontrando a pele nua e úmida. Meus seios incharam sob o toque dele, os mamilos endurecendo, pedindo mais.
"Rafael", sussurrei, enquanto ele abria o botão da minha calça. "Aqui não". Ele apenas riu, um som baixo e excitante. "Ninguém vem não, sinhá. Só nós e o cerrado". Ele desceu a cabeça e prendeu um dos meus seios na boca, lambendo, mordiscando.
Conto erótico: Tesão Capixaba nas montanhasA onda de prazer me fez arquear as costas. Minha mão encontrou o volume duro entre as pernas dele, apertando com vontade. Ele gemeu contra a minha pele. Queria sentir aquela gosma quente, aquele pau duro me rasgando.
Ele me virou, me encostando de frente no tronco. Levantou minha saia e puxou minha calcinha para o lado, expondo minha xereca já molhada. Sua roçou a cabeça do pau no meu clitóris, me provocando. "Quer isso, dona Larissa? Quer o pau do seu peão bem fundo?". A resposta foi um gemido abafado. Então ele entrou. De uma vez só.
Grosseiro, profundo. A dor inicial se misturou a um prazer avassalador. Ele começou a bombar, forte, sem dó. O som da nossa foda era só ofegantes, o barulho dos corpos batendo e o canto dos pássaros. Cada estocada me levava mais perto do clímax, me fazendo sentir viva, primitiva.
"Vem, goza na minha buceta", pedi, entre um gemido e outro. Ele acelerou o ritmo, a respiração ofegante no meu pescoço. Sentir o corpo dele rígido de prazer, o jato quente me enchendo, foi o ponto final. Meu corpo tremeu todo numa onda de delícia.
Ficamos assim por um instante, colados, suados, ouvindo o vento. O sol já começava a se pôr, pintando o céu de laranja. A sede estava saciada, pelo menos por enquanto.
Conto erótico enviado por: Bruno e Isabela.
Conto erótico: Tesão Capixaba nas montanhas
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