
Conto erótico: A gozada selvagem na floresta Acreana com a morena

A umidade da floresta colava a camisa no meu peito enquanto eu seguia o trilho estreito entre as árvores gigantes. O cheiro de terra molhada e folhas verdes invadia meus sentidos, mas nada se comparava ao perfume doce e quente que vinha dela.
Clara, a morena de pele dourada e olhos castanhos profundos, caminhava à minha frente, os quadris balançando em um ritmo que me deixava louco. Cada curva do seu corpo, realçada pela blusa fina e úmida, era um convite silencioso.
— Você sempre vem tão fundo assim? — perguntei, a voz rouca, enquanto ela se virava com um sorriso malicioso.
— Só quando sei que tem alguém me observando — respondeu, mordendo o lábio inferior. O gesto foi suficiente para fazer meu sangue ferver.
Ela sabia o efeito que tinha sobre mim. Desde que nos conhecemos na pequena pousada à beira do rio, havia uma tensão elétrica entre nós, um jogo de olhares e toques acidentais que prometiam muito mais. Mas ali, no meio da mata fechada, longe de qualquer olho curioso, a promessa estava prestes a se tornar realidade.
Clara se encostou no tronco grosso de uma castanheira, os braços estendidos acima da cabeça, os seios pressionados contra o tecido fino. Eu me aproximei devagar, sentindo o calor do corpo dela antes mesmo de encostar. Meus dedos traçaram o contorno do seu pescoço, descendo até o decote, onde a pele macia e quente me recebia.
— Alguém pode nos ver — sussurrou, mas o corpo dela se arqueou em minha direção, traindo suas palavras.
— Não há ninguém por quilômetros — respondi, enquanto minha boca encontrava a dela. O beijo foi urgente, molhado, uma mistura de saliva e desejo. Suas mãos agarraram meus cabelos, puxando-me para mais perto, como se quisesse que eu a devorasse ali mesmo.
Eu não resisti. Minhas mãos deslizaram por baixo da blusa, encontrando a pele sedosa das suas costas, depois a curva dos seios. Clara gemeu baixo, um som gutural que ecoou entre as árvores. Quando meus dedos beliscaram seus mamilos duros, ela se contorceu, as unhas cravando em meus ombros.
— Você é um perigo — murmurou, mas já estava tirando a blusa, deixando à mostra um sutiã preto que mal continha seus seios cheios.
— E você, uma tentação — respondi, ajoelhando-me na terra úmida. Minha boca substituiu meus dedos, chupando, mordiscando, enquanto ela se debatia entre gemidos abafados e palavras suplicantes.
— Mais… por favor, não para.
Não pretendia parar. Minhas mãos desceram até a cintura dela, puxando a saia para cima, revelando a calcinha rendada que já estava encharcada. O cheiro do desejo dela era intoxicante, uma mistura de suor e excitação que me deixou ainda mais duro. Quando minha língua encontrou o tecido úmido, Clara soltou um grito, as pernas tremendo.
Conto erótico: Suruba Lençóis Maranhenses— Isso… assim, não para…
Eu não parei. Cada lambida, cada sucção, era respondida com gemidos mais altos, até que seus dedos se enterraram no meu cabelo, puxando-me com força enquanto o corpo dela se sacudia em ondas de prazer. Ela gozou com um grito rouco, as coxas apertando minha cabeça, o sabor doce e salgado do desejo dela explodindo em minha língua.
Mas não era suficiente. Não para mim, não para ela.
Clara me puxou para cima, os lábios inchados pelo beijo, os olhos brilhando com uma fome que eu conhecia bem. Suas mãos foram direto para o meu cinturão, desabotoando a calça com uma urgência que me fez sorrir.
— Agora é minha vez — disse, empurrando-me contra a árvore.
Quando ela se ajoelhou, senti o ar frio da floresta na pele quente do meu corpo. Sua boca quente me envolveu, lenta no começo, depois com uma voracidade que me fez fechar os olhos e soltar um gemido profundo. Cada movimento da língua dela, cada sucção, me levava mais perto do limite.
— Clara… eu vou…
Ela não parou. Em vez disso, acelerou, as mãos massageando minhas bolas enquanto a boca trabalhava sem piedade. Quando o orgasmo me atingiu, foi como um raio, intenso e avassalador, e ela engoliu tudo, os olhos fixos nos meus, um sorriso de satisfação nos lábios.
Caímos na terra macia, ofegantes, os corpos colados, a pele brilhando de suor. Clara traçou círculos no meu peito com os dedos, o sorriso ainda presente.
— Valia a pena esperar? — perguntou, a voz ainda trêmula.
— Cada segundo — respondi, puxando-a para outro beijo.
A floresta continuava ao nosso redor, indiferente ao que acabara de acontecer. Mas para nós, aquele pedaço de mata acreana nunca mais seria o mesmo.
Conto erótico enviado por Rafael, um viajante que descobriu que as melhores histórias não estão nos guias, mas nos olhares trocados à luz do sol filtrado pelas árvores.
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