
Conto erótico: Tesão selvagem em Rondônia e a índia molhada

A umidade da floresta grudava na pele, espessa como um segundo toque. O ar cheirava a terra molhada, folhas podres e algo mais primitivo, algo que me fazia apertar as coxas enquanto seguia o trilho estreito.
Eu não deveria ter vindo sozinha, mas o convite de Lucas, o guia local, era irresistível. Ele conhecia cada centímetro daquele verde infernal, cada som, cada segredo.
“Aqui”, ele sussurrou, parando de repente. Seu braço musculoso apontou para uma clareira onde a luz do sol filtrava em raios dourados, iluminando um córrego de águas escuras. “É o lugar que te falei.”
Eu sabia do que ele falava. Não era só a paisagem. Era o que acontecia quando dois corpos se encontravam ali, longe de tudo, onde o único som era o da respiração ofegante e o barulho da água batendo nas pedras.
Lucas se virou para mim, os olhos escuros brilhando com uma promessa que não precisava ser dita. Sua camisa colada ao torso revelava cada contorno, cada músculo tenso. Ele estava tão molhado quanto a floresta, e eu não conseguia tirar os olhos daqueles lábios entreabertos, daquele pescoço onde escorria uma gota de suor.
“Você veio aqui por isso, não foi?”, ele perguntou, a voz rouca. Não era uma pergunta. Era um desafio.
Eu não respondi com palavras. Aproximei-me, sentindo o calor dele antes mesmo de encostar. Meus dedos tremiam ao tocar seu peito, deslizando pela pele úmida, descendo até a cintura da calça. Ele não se moveu, mas seu peito subiu e desceu, rápido, quando minha mão encontrou o que procurava. Duro. Quente. Latejando.
“Porra, Lia”, ele murmurou, e então sua boca estava na minha, devorando, exigindo. Não havia mais floresta, nem córrego, nem mundo fora daquele beijo. Só língua, dentes, saliva e o gosto salgado de desejo acumulado.
Ele me empurrou contra uma árvore, a casca áspera arranhando minhas costas, mas eu não ligava. Suas mãos rasgaram minha blusa, os botões voando, e quando seus dedos encontraram meu mamilo, beliscando com precisão cruel, um gemido escapou da minha garganta. Não havia vergonha ali. Só necessidade.
Conto erótico: A selvagem foda na selva Amazônica com a índia ardente“Você está encharcada”, ele riu baixo, a voz vibrando contra meu ouvido enquanto sua mão deslizava pela minha barriga, mergulhando dentro da minha calcinha. “E não é só de suor.”
Eu arqueei as costas, pressionando-me contra seus dedos, sentindo como ele explorava cada dobra, cada segredo. A floresta parecia respirar conosco, o vento quente acariciando minha pele nua, as folhas sussurrando aprovação.
“Quero você agora”, eu disse, as palavras saindo entrecortadas. “Aqui. Assim.”
Lucas não precisou de mais convite. Com um movimento rápido, ele me levantou, minhas pernas envolvendo sua cintura enquanto ele me pressionava contra o tronco. Eu senti a cabeça do seu pau roçando minha entrada, molhada, preparada, e então ele entrou de uma vez, preenchendo-me tão completamente que por um segundo só consegui respirar.
“Caralho”, ele grunhiu, os dedos cravando em minha bunda enquanto começava a mover-se. Cada investida era profunda, implacável, e eu respondia com unhas em suas costas, com gemidos que se misturavam ao som da água.
A floresta nos observava. O cheiro de sexo se misturava ao de terra, o suor escorria entre nós, e quando ele acelerou o ritmo, eu soube que não duraria muito. Minhas paredes se contraíram ao redor dele, apertando, e então a onda veio, arrastando-me para um orgasmo tão intenso que minha visão embaçou.
Lucas não parou. Ele continuou, cada movimento mais urgente, até que com um último empurrão, enterrou o rosto em meu pescoço e gozou, o calor dele inundando-me por dentro.
Por minutos, ficamos assim, ofegantes, colados, enquanto a floresta nos abraçava em seu silêncio cúmplice.
Conto erótico enviado por Mariana S., 32 anos, após uma viagem inesquecível pelas matas de Rondônia.
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Conto erótico: O segredo no banheiroEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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