Conto erótico: Fodendo no Monte Roraima e o orgasmo que tocou as nuvens

Conto erótico: Fodendo no Monte Roraima e o orgasmo que tocou as nuvens

O ar rarefeito do Monte Roraima queimava nos pulmões, mas não era só a altitude que me deixava sem fôlego. A selva úmida colava a camisa no meu peito, enquanto os olhos de Valentina — aqueles olhos verdes, quase dourados sob o sol da tarde — me desafiavam a cada passo. Ela era guia, eu era o turista que não conseguia parar de imaginá-la nua entre as pedras milenares.

— Você aguenta mais? — perguntou, passando a língua pelos lábios enquanto ajustava a mochila nos ombros largos. O suor escorria pelo pescoço dela, desaparecendo sob a camiseta justa.

— Depende do que você está oferecendo — respondi, aproximando meu corpo do dela. O cheiro de terra molhada e o perfume cítrico que usava se misturavam, criando algo primitivo, quase animal.

Ela riu, um som gutural que vibrou direto na minha virilha.

— Aqui em cima, as regras são outras.

E eu queria conhecer cada uma delas.

A barraca armada mal cabia os dois. O vento uivava lá fora, como se a montanha soubesse o que estava prestes a acontecer. Valentina ajoelhou-se na entrada, tirando as botas com movimentos lentos, calculados. Cada gesto era uma promessa.

— Você tem medo de altura? — perguntou, enquanto desamarrava o short, revelando coxas musculosas e uma calcinha preta, tão fina que eu podia ver o contorno dos lábios dela.

— Só de não te tocar — admiti, engolindo em seco.

Ela se virou, apoiando as mãos na lona da barraca, o bumbum arredondado empinado na minha direção.

— Então me toque.

Não precisei de mais convite.

Meus dedos afundaram na carne macia das nádegas dela, puxando a calcinha para o lado. O calor úmido me recebeu antes mesmo de encostar a boca. Valentina gemeu baixo, as unhas cravando na lona, enquanto minha língua explorava cada dobra, cada suspiro dela ecoando no espaço apertado.

— Isso… assim… — a voz dela era um rosnado, quase perdido no barulho do vento.

Eu não parava. Chupava, mordiscava, sentindo os músculos das coxas dela tremendo. Quando enfiei dois dedos dentro, ela se arqueou, o corpo todo tenso.

— Porra, não para — exigiu, empurrando o quadril contra o meu rosto.

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E eu não tinha intenção nenhuma de parar.

O orgasmo dela veio como um trovão. Valentina gritou, o som abafado pela altura, mas eu senti o corpo inteiro dela tremer, as paredes internas apertando meus dedos como se nunca fossem soltar. Quando ela finalmente desabou na minha frente, ofegante, os olhos brilhavam com algo entre êxtase e fome.

— Sua vez — murmurou, puxando meu cinto com mãos ágeis.

O zíper descendo foi o som mais erótico que já ouvi.

Ela não teve pressa. Os dedos dela me exploraram como se estivessem mapeando um território desconhecido, a língua quente lambendo a ponta antes de engolir tudo.

Eu segurei os cabelos castanhos, guiando os movimentos, mas era Valentina quem ditava o ritmo. Cada sucção, cada carícia com os dedos na base do meu pau me deixava mais perto do limite.

— Eu quero você dentro de mim — sussurrou, levantando os olhos para os meus. — Agora.

Não precisei ouvir duas vezes.

Deitei-a na barraca, as pernas dela enroladas na minha cintura. A primeira investida foi lenta, quase reverente. Valentina era apertada, quente, e cada centímetro que eu entrava parecia acender uma faísca nos olhos dela.

— Mais — exigiu, cravando as unhas nas minhas costas.

E eu obedeci.

Os quadris dela subiam ao meu encontro, cada estocada mais profunda, mais urgente. O som da carne batendo, os gemidos abafados, o cheiro de sexo no ar… tudo se misturava à energia selvagem da montanha. Quando ela gozou de novo, foi com o meu nome nos lábios, as pernas tremendo ao redor da minha cintura.

Eu não segurei por muito mais tempo.

O prazer explodiu em ondas, o corpo dela me sugando até a última gota. Caímos lado a lado, suados, ofegantes, o coração batendo no mesmo ritmo louco.

Lá fora, o Roraima continuava imponente, indiferente. Mas dentro daquela barraca, nós tínhamos conquistado nosso próprio pico.

Conto erótico enviado por Rafael, 34, que escalou o Monte Roraima e descobriu que algumas alturas valem muito mais a pena.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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