
Conto erótico: Tesão no Jalapão, a mulher selvagem e a foda arenosa

O sol caía a pique sobre as dunas douradas do Jalapão, queimando a pele como um beijo de fogo. Eu nunca tinha visto nada tão vivo quanto os olhos de Larissa quando ela me olhou pela primeira vez, enquanto eu me refrescava nas águas cristalinas do Rio Sono.
Seu corpo, molhado e brilhante, contornava as curvas de um biquíni preto que mal conseguia conter o que prometia. A areia quente grudava em nossos pés, mas o calor que sentia não vinha só do deserto.
Ela era daquelas mulheres que não pedem permissão. Com um sorriso que misturava desafio e promessa, Larissa passou os dedos pelos cabelos úmidos, deixando gotas escorrerem pelo pescoço até o decote. Seu cheiro, uma mistura de protetor solar e algo mais primitivo, invadiu meus sentidos.
Não precisei de palavras. Bastou o jeito como seus lábios se entreabriram, como se já soubesse o que minha boca faria com eles.
— Você veio sozinho? — perguntou, a voz rouca cortando o silêncio do fim de tarde.
— Agora, não — respondi, aproximando meu corpo do dela, sentindo o calor que irradiava como uma chamas.
Seus dedos, ágeis e quentes, deslizaram pelo meu peito, traçando linhas invisíveis até a cintura da minha bermuda. A respiração dela acelerou quando encostei meu rosto no seu, sentindo o hálito doce misturado ao gosto salgado do suor. A areia cedia sob nossos pés, como se a terra mesma quisesse nos engolir.
— Aqui não — sussurrou, puxando minha mão em direção às dunas mais altas, onde a sombra dos buritis nos escondia do mundo.
Não havia pressa. Cada toque era uma descoberta. Minhas mãos exploraram suas costas, descendo até a curva dos quadris, enquanto ela arqueava o corpo contra o meu. A textura áspera da areia contrastava com a maciez da sua pele, cada grão colando em nossos corpos suados.
Larissa gemia baixo, mordendo o lábio inferior quando meus dedos encontraram o elástico do biquíni, puxando-o devagar, revelando o que já era meu desde o primeiro olhar.
— Você é ainda mais linda do que eu imaginava — confessei, a voz grossa de desejo.
Ela riu, um som gutural que me fez endurecer ainda mais.
Conto erótico: A dança dos corpos— E você fala demais.
Sua boca encontrou a minha com uma fome que me deixou sem ar. Línguas se entrelaçaram, dentes mordiscando lábios inchados. Quando a deitei na areia, o calor do deserto parecia nada comparado ao fogo entre nossas coxas. Larissa afastou o tecido úmido do biquíni, expondo-se sem vergonha, os seios firmes tremendo a cada respiração ofegante. Meus dedos deslizaram entre suas pernas, encontrando-a molhada, pronta, quente como o sol que nos queimava.
— Não brinca, não — pediu, as unhas cravando em meus ombros.
Não brinquei.
Entrei nela com um movimento lento, sentindo cada centímetro apertado, úmido, perfeitamente meu. Larissa arqueou as costas, a areia grudando em suas costas enquanto eu a tomava com uma intensidade que fazia o mundo girar.
Cada investida era respondida com um gemido, um nome sussurrado entre dentes. O som de nossos corpos se chocando ecoava entre as dunas, misturado ao vento quente que soprava sem piedade.
— Mais — exigiu, as pernas enlaçando minha cintura, puxando-me para mais fundo.
E eu dei. Até o suor escorrer entre nós, até seus gemidos se tornarem gritos abafados, até o prazer explodir em ondas que nos deixaram tremendo, ofegantes, colados um ao outro como se fôssemos uma só pele.
Quando o orgasmo finalmente nos atingiu, foi como uma tempestade no deserto: rápido, violento, inevitável. Larissa enterrou o rosto em meu ombro, mordendo a pele enquanto o corpo dela tremia em torno do meu. Eu a segurei firme, sentindo cada arrepio, cada suspiro, cada batida acelerada do seu coração contra o meu.
Depois, deitados na areia, ainda ofegantes, ela traçou círculos no meu peito com os dedos.
— Acho que o Jalapão vai ser inesquecível — murmurou, o sorriso preguiçoso de quem acabou de ser saciada.
E eu soube que ela tinha razão.
Conto erótico: A dança dos corpos
Conto erótico: Noite de chuva em Tóquio e o toque proibidoConto erótico enviado por Marcos R., 32 anos, aventureiro e amante das paisagens — e das paixões — do Tocantins.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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