Conto erótico: Gozando no Pantanal Mato-grossense

Conto erótico: Gozando no Pantanal Mato-grossense

O ar do Pantanal era pesado, úmido, cheio de promessas. Eu a observava, a selvagem, enquanto ela mergulhava no rio, sua pele morena brilhando sob o sol poente. O nome dela era Júlia, mas para mim, ela era a própria natureza, indomável e fascinante. Saí da água e me sentei na margem, sentindo a areia fina e o calor que ainda emanava do dia.

Ela saiu do rio devagar, os pingos de água escorrendo por suas curvas, detendo-se nos seios firmes e descendo até a buceta molhada que a água escondia apenas por um instante. Meu corpo reagiu com uma urgência que não pude controlar. Ela sorriu, um sorriso de quem sabe o poder que tem. "Gostou do que viu?", perguntou, a voz um convite.

"Mais do que você imagina", respondi, a voz rouca de desejo.

Júlia se aproximou, seus passos seguros na grama alta. Se ajoelhou na minha frente, seus olhos presos nos meus. Não disse mais nada. Apenas inclinou a cabeça e beijou-me. O beijo foi profundo, carregado com o gosto da água e da terra. Suas mãos deslizaram pelo meu peito, encontrando o calor da minha pele. Eu a puxei para perto, sentindo a necessidade de tocá-la por inteiro.

Minhas mãos exploraram suas costas, descendo até a curva do seu bumbum, apertando com vontade. Ela gemeu na minha boca, um som que disparou todo o meu sangue para o membro que já pulsava de tesão. Deitei-a na relva macia, o céu começando a exibir as primeiras estrelas. Fiquei sobre ela, admirando sua beleza crua. Seus cabelos espalhados como uma juba, seu peito subindo e descendo em um ritmo acelerado.

Com os dedos, afastei os fios de cabelo úmidos de seu rosto e depois desci, lentamente, até encontrar a fonte do seu prazer. A buceta molhada esperava por mim, quente e pronta. Deslizei um dedo entre os lábios, sentindo o calor intenso e a lubrificação que a traía. Ela arqueou as costas, um convite silencioso para mais. Introduzi um dedo, depois outro, sentindo os músculos internos se contraírem de prazer.

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"Não espere, me fode agora", sussurrou ela, a voz cheia de urgência.

Não precisei de segundo convite. Posicione-me entre as pernas dela e, com um movimento firme, entrei. A sensação foi incrível, o calor, a umidade, a forma como ela me abraçou por dentro. Comecei a mover-me, lentamente no início, saboreando cada segundo, cada expressão de prazer no rosto dela. O ritmo aumentou, os corpos se encontrando em uma dança antiga, os gemidos dela se misturando com os sons da noite pantaneira.

Eu a peguei com força, a penetração ficando mais profunda, mais selvagem. O cheiro do nosso suor, da terra molhada, era o melhor perfume. Ela se contorcia sob mim, as unhas marcando minhas costas, a buceta molhada pulsando em torno da minha pica, me levando ao limite. O mundo se resumia àquele momento, àquela conexão animal e pura.

Senti o orgasmo se aproximando, uma onda de prazer que começava na base da minha espinha. "Estou gozando", gritei, e ela respondeu com um grito ainda mais alto, seu corpo tremendo em uma convulsão de prazer intenso.

Gozei dentro dela, em jatos quentes, sentindo cada músculo do meu corpo se contrair. Permanecemos assim por um tempo, apenas respirando, ouvindo a noite voltar ao seu ritmo normal. Foi bruto, foi intenso, foi exatamente o que ambos precisávamos.

Conto erótico enviado por Ricardo e Helena.

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Conto erótico: Gozando no Pantanal Mato-grossense
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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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