Conto erótico: Foda quente no MS com a gaúcha safada

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A poeira vermelha do Mato Grosso do Sul levantava com o passo do meu bota. O sol de tarde era um tapete de fogo nas minhas costas, mas o calor que me esperava no curral era muito mais promissor.

Lá estava ela, Jéssica, de calça jeans justa e camiseta colada no corpo, suando, mas com um brilho nos olhos que não vinha do sol. Ela é uma daquelas gaúchas que o sul criou forte e o centro oeste tornou selvagem.

"Fechou o gado?", ela perguntou, a voz rouca de cansaço e desejo.

"Fechado. Agora só falta fechar você", respondi, sem papas na língua.

Ela riu, um som baixo e provocante. "Fala muito, peão. Vamos ver se o seu laço é firme de verdade".

Não precisei de segundo convite. Aproximei-me, sentindo o cheiro de terra, de couro e do perfume dela, um doce amadeirado que me deixava louco. Minha mão encontrou a cintura dela, puxando-a contra mim. O corpo dela se amoldou ao meu como se fosse feito para aquilo.

Nossos lábios se encontraram, não com delicadeza, mas com uma fome que vinha se acumulando por semanas. Era um beijo de gosto de mato, de saliva e de promessas.

Minhas mãos desceram pelas costas dela até o bumbum arredondado, apertando com força. Ela gemeu na minha boca, um som que disparou todo o meu sangue para baixo. Com um movimento rápido, desfiz o botão da calça dela.

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A mão deslizou por dentro do jeans, encontrando a calcinha já úmida. "Está pronta, hein, guri?", ela sussurrou no meu ouvido, mordendo a orelha.

"Pronto pra te foder até você não aguentar mais andar", gritei, enquanto a levantava e a sentava na cerca de madeira do curral. A madeira rangeu sob o nosso peso. Abri as pernas dela com o joelho, e o jeans dela foi descido até os tornozelos. Fiz o mesmo com a minha calça, liberando minha pica já dura e latejando.

Olhei nos olhos dela. O que vi ali era pura luxúria. Sem cerimônia, guiei meu pau até a entrada da buceta dela. Estava molhada, quente, me convidando para entrar. Empurrei com um golpe forte, sentindo o canal dela se abrir para me receber. Ela gritou, um guto de dor e prazer que ecoou pelo campo vazio.

Comecei a mover-me, devagar no começo, sentindo cada centímetro dela. O ritmo foi aumentando, minhas pelves batendo uma na outra com um som molhado e delicioso. Eu segurava suas coxas, aprofundando cada vez mais a penetração.

"É isso, me pega forte, seu filho da puta", ela ofegava, arranhando minhas costas com as unhas.

A transa era animal, sem frescuras. Era só suor, corpos se chocando, o cheiro do sexo no ar. Eu a peguei com uma força que não sabia que tinha, e ela me recebia com uma vontade que me assustava. Cada gemido dela era um combustível, cada pedido de "mais" era uma ordem que eu obedecia com prazer.

Senti o corpo dela começar a tremer. As pernas se fecharam em volta da minha cintura, me prendendo. Ela gemeu alto, um som que era quase um urro, e senti a vagina dela pulsar em um orgasmo intenso. Foi o que me levou ao limite. Com um último e profundo empurrão, gozei dentro dela, sentindo todo o meu corpo explodir em prazer.

Ficamos assim por um momento, presos um ao outro, ofegando sob o sol poente. A poeira vermelha agora parecia menos um incômodo e mais uma testemunha da nossa fúria.

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Conto erótico enviado por Diego e Jéssica.

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Conto erótico: Foda quente no MS com a gaúcha safada
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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