
Conto erótico: Orgia na Amazônia, o Pará e a gozada no rio

O ar úmido da floresta grudava na pele enquanto o barco deslizava pelo rio Tapajós. O sol poente pintava a água de laranja, e o cheiro de terra molhada misturava-se ao suor que escorria entre os seios de Clara.
Ela, uma bióloga de São Paulo, veio ao Pará em busca de espécies raras, mas encontrou algo muito mais intenso. Ao lado dela, Lucas, um guia local de ombros largos e sorrisos perigosos, remava com uma calma que só aumentava a tensão. Seus braços bronzeados brilhavam com o reflexo d’água, e cada movimento seu parecia um convite.
Não estávamos sozinhos. No barco seguinte, Mariana e Rafael, um casal de Manaus, trocavam olhares quentes. Ela, de cabelos cacheados e pele morena, mordia o lábio inferior sempre que os dedos dele roçavam sua coxa. O rio nos levava para um recanto escondido, onde a selva abraçava a margem e o som dos pássaros se confundia com os suspiros abafados.
— Vocês já ouviram falar das noites de lua cheia aqui? — Lucas perguntou, a voz rouca cortando o silêncio.
Clara engoliu em seco, sentindo o calor subir pelas pernas.
— Dizem que a floresta acorda de outro jeito — completou Rafael, os olhos fixos no decote úmido de Mariana.
Não precisou de mais palavras. Quando ancoramos, a lua já dominava o céu, prateando a água e os corpos que começavam a se entrelaçar. Lucas foi o primeiro a tocar Clara, os dedos deslizando por sua cintura, puxando-a contra si. Sua boca encontrou a dela com uma fome que não deixava espaço para dúvidas. A sensação de sua língua quente, explorando, fez com que ela arqueasse as costas, gemendo baixo.
Mariana não perdeu tempo. Despiu o vestido leve, revelando a pele dourada sob a luz da lua, e se jogou nos braços de Rafael. Ele a segurou pela cintura, levantando-a como se não pesasse nada, enquanto suas bocas se devoravam.
O som da água batendo no barco misturava-se aos gemidos, aos tecidos sendo arrancados, às mãos ávidas explorando cada curva.
— Vocês são ainda mais lindos do que imaginei — sussurrou Clara, enquanto Lucas desabotoava sua blusa, expondo os seios inchados de desejo.
Ele não respondeu com palavras. Suas mãos substituíram a voz, apertando, acariciando, até que Clara sentiu os joelhos fraquejarem. Rafael e Mariana já estavam no chão do barco, ele entre suas pernas, a língua traçando círculos lentos que faziam os quadris dela se contorcerem.
Conto erótico: Suruba gelada no ParanáO cheiro de sexo no ar era intoxicante, uma mistura de suor, perfume e algo primitivo, selvagem.
— Quero sentir você — Clara pediu, a voz trêmula.
Lucas não a fez esperar. Com um movimento rápido, tirou a própria roupa e a deitou sobre a madeira quente do barco. O contato da pele nua com a superfície áspera só aumentava a excitação. Quando ele finalmente entrou nela, Clara arquejou, as unhas cravando em suas costas.
Cada investida era profunda, ritmada, como as ondas do rio que balançavam o barco.
Ao lado, Mariana gritava, as pernas enroladas na cintura de Rafael, os seios balançando a cada movimento brusco. Seus corpos brilhavam de suor, os gemidos ecoando pela floresta.
— Mais — Clara implorou, sentindo o prazer construir-se dentro dela como uma tempestade.
Lucas obedeceu, acelerando o ritmo, enquanto suas mãos exploravam cada centímetro dela. Os corpos colidiam, a umidade do rio misturando-se à umidade entre suas pernas. O clímax veio como uma onda, arrastando-os todos.
Clara sentiu o corpo tremer, as paredes internas se contraindo ao redor dele, enquanto Lucas enterrava o rosto em seu pescoço, ofegante.
Mariana e Rafael não demoraram. Com um grito abafado, ela se contorceu, as unhas marcando as costas dele, até que ambos desabaram, exaustos, mas satisfeitos.
A noite amazônica os envolveu, quente e úmida, enquanto o rio levava embora os últimos suspiros. Ninguém falou. Não era necessário. A floresta já sabia o que havia acontecido.
Conto erótico enviado por Ana Silva, 29, pesquisadora e amante das noites paraenses.
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Conto erótico: Fodendo no sertão ParaibanoEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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