
Conto erótico: Orgia Potiguar - A Natalense e o jogo dos sentidos

A brisa quente de Natal entrava pela janela aberta, carregando o cheiro de maresia e o som distante das ondas. Era dezembro, e a cidade respirava um calor úmido que colava a pele, que fazia os corpos se procurarem sem vergonha.
Eu estava no meio daquele salão, um espaço amplo com paredes de tijolos aparentes e luzes douradas que dançavam sobre os corpos entrelaçados. Não era minha primeira vez, mas algo naquela noite era diferente.
Foi quando a vi.
Ela estava encostada na parede, os quadris levemente inclinados para frente, como se desafiasse a gravidade. A pele morena brilhava sob o suor, os cabelos cacheados soltos sobre os ombros. Vestia um vestido curto, preto, que mal cobria as coxas e deixava à mostra o contorno de uma calcinha que, eu já imaginava, não duraria muito.
Os lábios carnudos, pintados de um vermelho escuro, se abriram em um sorriso lento quando nossos olhares se cruzaram.
— Você parece perdido — disse ela, a voz rouca, arrastando as sílabas como se cada palavra fosse um toque.
— Ou talvez só esteja esperando o momento certo — respondi, aproximando-me. O cheiro dela era uma mistura de perfume cítrico e algo mais primitivo, um aroma que fazia meu corpo reagir antes mesmo do primeiro contato.
Ela não recuou. Pelo contrário, esticou a mão e passou os dedos pela minha camisa, sentindo o tecido úmido de suor.
— Aqui, o momento certo é aquele que a gente cria.
Não precisei de mais convite.
Meus dedos deslizaram pela cintura dela, puxando-a contra mim. O corpo quente, macio, se moldou ao meu como se já nos conhecêssemos há anos. A boca dela era doce e ácida ao mesmo tempo, a língua brincando com a minha em um ritmo que imitava o que nossos quadris já começavam a insinuar.
As mãos dela subiram pelos meus braços, as unhas arranhando levemente a pele, enquanto eu descia os dedos pelas costas, encontrando o zíper do vestido.
— Devagar — sussurrou ela, mas o tom não era de recusa. Era um aviso. Um desafio.
O vestido caiu no chão, revelando a pele dourada, os seios firmes, os mamilos duros como pedras. A calcinha, como eu imaginava, era um detalhe frívolo: fina, rendada, já úmida no centro. Ela não usava sutiã. Não precisava.
— Você é ainda mais linda do que parecias — falei, a voz grossa, enquanto minha boca descia pelo pescoço, mordiscando a pele salgada.
Conto erótico: Foda carioca na areia quente da praia do RioEla riu, um som baixo, gutural.
— E você fala demais.
Os dedos dela trabalharam no meu cinto, enquanto os meus exploravam a umidade entre as coxas. A respiração dela engatou quando toquei o tecido encharcado, o calor quase queimando minha pele.
— Porra — murmurou, os quadris se movendo em círculos, como se não conseguisse controlar o próprio corpo.
Não era só ela. O ar estava carregado, os gemidos e suspiros ao redor se misturando à música baixa que vinha dos alto-falantes. Alguém passou por nós, um corpo nu roçando no meu braço, mas não me importei. Nada importava além daqueles lábios inchados, daquele cheiro, daquele calor úmido que me puxava como um ímã.
— Quero te provar — falei, ajoelhando-me na frente dela.
Os olhos dela brilharam, as pupilas dilatadas.
— Então prova.
A calcinha foi arrancada com um puxão, e o aroma dela invadiu meus sentidos: musk, sal, desejo puro. A primeira lambida foi lenta, a língua traçando o contorno dos lábios inchados, sentindo cada tremor, cada suspiro cortado.
Ela segurou minha cabeça, os dedos enterrados nos meus cabelos, enquanto eu mergulhava de vez, sugando, lambendo, explorando cada dobra, cada ponto que a fazia tremer.
— Caralho, assim — gemeu, as pernas tremendo, o corpo se arqueando contra a parede.
Não demorou para que outros corpos se aproximassem, mãos desconhecidas deslizando pela minha pele, bocas quentes beijando meu pescoço, meu peito. Mas eu não parei. Não até sentir os músculos dela se contraírem, até os gemidos se tornarem um grito abafado, até o gosto dela se misturar ao meu próprio suor.
Quando finalmente levantei, ela me puxou para um beijo longo, os lábios inchados, os olhos brilhando com uma mistura de satisfação e promessa.
— Ainda não acabou — disse ela, a voz rouca, enquanto me guiava para o centro do salão, onde os corpos se moviam em um ritmo primitivo, onde o prazer não tinha limites, nem regras.
E eu sabia que ela tinha razão.
Conto erótico: Foda carioca na areia quente da praia do Rio
Conto erótico: Gozando no Delta Piauiense com a mulher fogosaConto erótico enviado por Mateus, 32, escritor e explorador de prazeres no Rio Grande do Norte.
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