Conto erótico: Fodendo no Calor Cearense

Conto erótico: Fodendo no Calor Cearense

O ar de Fortaleza era pesado, denso, um manto úmido que grudava na pele. Minha camisa de linho já estava colada nas costas quando a vi. Débora. A morena de olhos amendoados e um sorriso que prometia pecados.

Ela me chamou com um gesto de cabeça para a varanda de sua casa, um refúgio de sombra e ventiladores de teto girando em preguiça.

"O calor está insuportável, não acha?", ela falou, a voz um convite baixo. A luz do sol filtrava pelas trepadeiras, desenhando sombras sensuais em suas pernas longas e bronzeadas. O vestido de algodão leve mal disfarçava as curvas generosas, os seios empinados pedindo atenção.

Respondi que o calor era só desculpa para o verdadeiro incêndio que via em seu olhar. Ela riu, um som rouco e excitante. "Então venha apagar esse fogo", desafiou.

Não precisei de segundo convite. A distância entre nós se fechou em um passo. Minhas mãos encontraram sua cintura, puxando-a contra meu corpo. O calor de sua pele era avassalador. Nossos lábios se encontraram com fome, um beijo molhado e profundo, cheio do gosto da cachaça que havíamos tomado antes.

Minha língua explorou a dela, enquanto minhas mãos deslizavam pelas costas dela, sentindo o tecido do vestido e a forma perfeita de seu bumbum.

Ela gemeu em minha boca, um som que fez meu pau endurecer na hora. "Me pegue", ela sussurrou, ofegante. "Aqui. Agora."

Com um movimento rápido, ergui-a e a sentei na mesa de madeira rústica. Espalhei suas coxas, sentindo o calor úmido que vinha de sua calcinha. A arranque de lado, expondo uma xereca depilhada, já molhada e inchada de desejo. Me ajoelhei, meu rosto a centímetros de seu prazer. O cheiro era intoxicante, uma mistura de seu perfume e do cheiro de mulher excitada.

Minha língua fez o primeiro movimento, lento, um traço longo de baixo para cima. Ela estremeu, as mãos se agarrando em meus cabelos. "Sim... assim", gemeu. Então, mergulhei de cabeça. Chupava, lbia, mordiscava o clitóris dela, que pulsava em minha boca. A xoxota dela era um manjar, e eu estava faminto. Dedos entravam e saíam, encontrando o ponto G, enquanto minha boca trabalhava sem descanso.

Os gemidos de Débora ficaram mais altos, mais urgentes, misturados com o som dos ventiladores e dos grilos lá fora.

Ela veio de repente. Um grito agudo, um arquear das costas, e uma onda de calor inundou minha boca. Senti as contrações de seu gozo, e bebi até o último gole, até que ela empurrasse minha cabeça, sensível demais.

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Minha vez. Levantei, abrindo o meu calção. Meu pênis saltou para fora, duro, latejando, com a glande roxa e brilhando de precum. Ela olhou com fome, abrindo mais as pernas. "Entra logo, caralho. Me foda."

Guiei meu cacete para a entrada dela. O calor era infernal. Empurrei lentamente, sentindo cada centímetro de sua buceta apertada e molhada me engolir. Fui fundo, até o final, ficando imóvel por um segundo para sentir a conexão. Débora me envolveu com as pernas, os calcanhares pressionando minhas nádegas.

"Move, seu filho da puta", ela ordenou.

E eu me movi. Comecei devagar, puxando quase até sair e entrando com força. Cada golpe era mais profundo, mais rápido. O som da pele batendo na pele, os gemidos dela, meus grunhidos. O suor escorria por nossos corpos, misturando-se.

Eu olhava para ela, os seios balançando com cada pancada, o rosto contorcido em uma máscara de prazer puro.

Pegue suas pernas, coloquei em meus ombros e a fodi ainda mais fundo. O ângulo novo a fez gritar de novo. "Ah! Ah! Não para! Não para!", ela implorava. Eu estava no meu limite. Sentia o espermatozoide borbulhando, pronto para explodir.

"Onde quer?", gritei entre dentes.

"Dentro! Toda porra dentro!", ela berrou.

Com um último movimento poderoso, entrei nela até os bagos e descarreguei. Jorrei dentro da xereca dela, um orgasmo que pareceu durar uma eternidade, esvaziando minhas bolas. Ela sentiu meu jato quente e teve outro clímax, gritando meu nome.

Ficamos ali, ofegantes, colados, o suor esfriando em nossa pele sob o ventilador. O calor de fora não importava mais. Tínhamos criado nosso próprio inferno, e ele era delicioso.

Conto erótico enviado por: Rafael e Débora

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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