
Conto erótico: Tesão Capixaba nas montanhas

O ar da serra capixaba era frio, mas meu corpo queimava. Ao meu lado, ela caminhava, uma morena de cabelos escuros despenteados pelo vento e olhos que prometiam todo o tipo de delícia.
O vestido de alça fina colava no corpo curvilíneo, desenhando cada silhueta que eu desejava explorar com minhas mãos. Cada passo na trilha íngreme era um convite, a proximidade dos nossos corpos gerando uma eletricidade palpável.
Paramos num mirante, a vista das montanhas era deslumbrante, mas minha atenção era toda para ela. O sol da tarde dourava sua pele morena. Ela se virou para mim, um sorriso cúmplice nos lábios carnudos. "A vista está linda, não acha?", perguntou, a voz um sussurro melódico. "A vista daqui é boa", respondi, aproximando meu rosto do seu, "mas a vista de perto é muito melhor".
Meu dedo trilhou o contorno do seu ombro, descendo lentamente pelo braço até encontrar sua mão. O tremor que percorreu seu corpo foi a resposta que eu precisava.
A puxei para mim, e nossos lábios se encontraram numa fusão de desejo contido. O beijo era voraz, faminto. Minha língua dançou com a dela, explorando, saboreando. Minhas mãos encontraram o caminho para as costas dela, descendo até a curva perfeita dos seus glúteos, apertando-a contra mim. Ela soltou um gemido abafado, um som que ecoou direto no meu âmago, aumentando minha lascívia.
Meus láhos se afastaram dos seus, mas apenas para percorrer seu pescoço, mordiscando a pele sensível, deixando marcas de posse. Suas mãos se enroscaram nos meus cabelos, puxando-me com força, guiando meu caminho. "Não aguento mais", sussurrou ela ofegante.
"Então não aguente", desafiei, minha voz rouca de paixão.
Com um movimento rápido, ergui-a, fazendo com que suas pernas se envolvessem na minha cintura. A parede de pedra do mirante nos serviu de apoio. O vestido dela foi erguido, expondo coxas macias e uma calcinha de renda já molhada de antecipação. Meus dedos deslizaram pelo tecido fino, sentindo o calor que emanava de sua vagina.
Ela gemeu alto quando meu polegar encontrou seu clitóris, esfregando-o em círculos lentos e deliberados.
Conto erótico: Orgia proibida em BrasíliaEu a queria desesperadamente. Abri o meu cinto e a calça, liberando minha pênis já ereto e pulsante. Ela me olhou com olhos vidrados de luxúria, um convite silencioso. Guiei minha ereção até a entrada molhada dela, empurrando devagar, sentindo cada centímetro do seu canal quente e apertado me envolver. O prazer foi intenso, quase insuportável.
Comecei a me mover, um ritmo profundo e possessivo que a fazia gemer a cada investida.
Seus seios balançavam sob o vestido, e eu não resisti. Puxei o decote, libertando-os. Seus mamilos estavam duros, convidativos. Inclinei-me e suguei um deles, enquanto minha mão apertava o outro, sentindo a textura macia da pele. O cheiro do seu corpo, misturado ao ar puro da montanha, me embriagava.
O ritmo aumentou, minhas pélvis se colidiam num baile primitivo e selvagem. "Não pare, por favor, não pare", ela implorava, as palavras cortadas pela respiração ofegante.
Eu a virei, de frente para a paisagem exuberante. A entrada por trás foi ainda mais profunda, mais intensa. Segurava seus quadris, puxando-a contra mim com força, sentindo o bater do meu coração contra as costas dela.
O clímax se aproximava, uma onda de prazer crescendo dentro de mim. Sua vagina se contraiu ao meu redor num espasmo delicioso, e ela gritou meu nome, o corpo todo tremendo na sua própria ejaculação. Essa visão, esse som, foi meu ponto de ruptura.
Meu gozo explodiu dentro dela, uma onda quente e poderosa que me deixou sem fôlego.
Permanecemos assim por um momento, colados, ouvindo apenas o som da nossa respiração e o vento nas árvores. O sol se punha, pintando o céu de laranja e roxo. Foi uma gozada inesquecível, um tesão capixaba gravado na memória e na pele.
Conto erótico enviado por Miguel e Sofia.
Conto erótico: Orgia proibida em Brasília
Conto erótico: Fodendo no Calor CearenseEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Tesão Capixaba nas montanhas
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