Conto erótico: Foda molhada nas areias de Alagoas com a loira safada

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O sol de Alagoas queimava a pele, mas não tanto quanto o desejo que ardia entre nós. A brisa salgada colava o vestido curto de Laura ao corpo, revelando cada curva enquanto ela ria, desafiando o mar a molhá-la mais.

Eu a observava, hipnotizado, enquanto seus dedos brincavam com a alça do biquíni, já impaciente para sentir o toque da água — e o meu.

— Você vai ficar só olhando ou vai me ajudar a tirar isso? — Ela puxou o tecido úmido, deixando à mostra um mamilo rosado, duro como pedra.

Não precisei de mais convite. Minhas mãos deslizaram por suas costas, desamarrando o nó do sutiã com uma lentidão torturante. O biquíni caiu na areia, e Laura se virou, os olhos verdes brilhando com uma mistura de provocação e necessidade. A água do mar lambia suas coxas, mas era o meu corpo que ela queria sentir.

— Aqui? — perguntei, a voz rouca, enquanto o cheiro de protetor solar e sal se misturava ao perfume doce de sua pele.

— Aqui. Agora. — Ela empurrou meu short para baixo, liberando minha ereção latejante. — Quero você dentro de mim antes que a maré suba.

Não havia tempo para mais palavras. Laura se ajoelhou na areia, a boca quente envolvendo minha ponta, a língua traçando círculos que me fizeram gemer. Mas eu não aguentaria muito. Segurei seus cabelos loiros, puxando-a para cima com urgência.

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— De quatro — ordenei, e ela obedeceu, o corpo arqueado, a bunda redonda e molhada pela água do mar.

Entrei nela com um único movimento, sentindo-a apertar ao meu redor, quente e escorregadia. Cada investida era acompanhada pelo som das ondas e pelos gemidos abafados de Laura, que enterrava os dedos na areia.

— Mais forte — ela suplicou, e eu atendi, batendo com força, sentindo seus músculos internos se contraírem ao redor do meu pau.

O orgasmo dela veio primeiro, um grito rouco que se perdeu no vento, o corpo tremendo enquanto eu continuava a foder, implacável. Só parei quando meu próprio prazer explodiu, jorrando dentro dela, as pernas fraquejando.

Caímos na areia, ofegantes, a pele colada pelo suor e pela água salgada. Laura riu, mordendo meu ombro.

— Acho que a gente precisa voltar mais vezes a Alagoas.

Conto erótico enviado por Marcos V., 32, que viveu essa aventura em Maragogi e ainda sente o gosto do sal nos lábios.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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