
Conto erótico: A lição da minha prima

A porta do apartamento rangeu ao abrir, revelando Sofia. Ela estava exatamente como eu lembrava, só que… mais. Seus cabelos cacheados caíam sobre os ombros, e seu vestido justo parecia uma segunda pele. Seus olhos verdes percorreram meu corpo com uma lentidão que fez o ar ficar pesado.
“Então você veio mesmo,” ela disse, a voz um pouco mais grave do que no telefone. “Precisando de um lugar para ficar depois da briga com a namorada.”
Eu entrei, sentindo o cheiro do seu perfume, algo amadeirado e perigoso. “Precisando fugir um pouco, na verdade.”
Ela sorriu, um gesto lento e cheio de segundas intenções. “Aqui é um bom lugar para se perder.”
A noite foi de vinho e conversas que riscavam a superfície do proibido. Lembranças de infância se misturavam com olhares longos demais. Ela se levantou para pegar a garrafa, e sua mão, por um instante, tocou meu ombro. Um choque percorreu minha espinha.
“Lembra quando a gente brincava de esconder?” ela perguntou, enchendo minha taça. Seu dedo mindigo roçou o meu. “Você sempre encontrava os melhores lugares.”
“E você sempre se escondia nos lugares mais escuros,” respondi, minha voz saindo mais rouca do que eu gostaria.
Ela riu, baixo. “Gosto do escuro. Das coisas que ele esconde… e revela.”
Não havia mais como ignorar. A tensão era um animal vivo no quarto, pesado e quente. Quando ela se levantou e estendeu a mão, eu não hesitei. Sua mão era quente e firme na minha, puxando-me do sofá em direção ao quarto.
A luz suave do abajur pintava sombras dramáticas nas paredes. Ela parou diante de mim, tão perto que eu sentia o calor do seu corpo.
“Tira isso,” ela ordenou, suave, puxando a barra da minha camiseta.
Eu obedeci, jogando a peça no chão. Seus olhos percorreram meu torso nu com uma apreciação que me fez queimar por dentro.
“Agora você,” sussurrei.
Ela fez um movimento lento, quase uma dança. O vestido deslizou pelo corpo, formando um pool de tecido aos seus pés. Ficou apenas de lingerie preta, um contraste brutal com a palidez da sua pele. As curvas eram suaves e mortais. Ela era perfeita.
“Venha cá,” ela disse.
Eu fechei a distância, e nossas bocas se encontraram num beijo que não tinha mais nada de inocente. Era fome pura. Sua língua sabia a vinho tinto e pecado. Minhas mãos encontraram as costas dela, puxando-a contra mim, e um gemido baixo escapou da sua garganta.
“Devagar,” ela respirou, separando-se. “Quero sentir cada centímetro.”
Ela me empurrou para a beira da cama e se ajoelhou diante de mim. Seus dedos desabotoaram minha calça com uma destreza que fez meu estômago embrulhar. Quando ela me tomou na boca, foi com uma mistura de devoção e selvageria que me fez perder o fôlego.
Conto erótico: O segredo do chaléA língua dela era um instrumento de tortura deliciosa, lenta e precisa, explorando cada veia, cada curva. Minhas mãos se enterraram nos seus cabelos, não para guiá-la, mas para me agarrar à realidade.
“Sofia…” gemeu seu nome, uma súplica.
Ela parou, subindo pelo meu corpo como uma felina. Seus seios pesados contra meu peito, seu hálito quente no meu pescoço.
“Minha vez,” ela sussurrou no meu ouvido, e um calafrio violento percorreu meu corpo.
Deitei-a de costas na cama e beijei seu pescoço, a clavícula, a curva dos seios. A pele dela tinha o gosto salgado do desejo. Quando minha boca finalmente encontrou o centro úmido e quente dela, ela arqueou as costas, um grito abafado saindo de seus lábios.
Suas mãos se agarravam aos lençóis enquanto minha língua explorava seu clitóris, lenta e firmemente, aprendendo o ritmo que a fazia tremer.
“Não para… por favor, não para,” ela suplicava, sua voz um quebrar de ondas.
Eu não parei. Acelerei, pressionei, devorei. Até que seu corpo ficou rígido e um longo gemido rasgou o silêncio do quarto. Ela estremeceu violentamente, suas pernas tremendo ao redor da minha cabeça.
Antes que ela pudesse se recuperar, ela me puxou para cima, seus olhos escuros de pura necessidade. “Agora. Me come. Me faz sentir que você é meu.”
A posição foi brutal, direta. Quando entrei nela, foi como voltar para casa. Um suspiro gutural escapou de ambos. Ela era um vulcão por dentro, quente e apertada, envolvendo-me completamente.
“Isso… assim…” ela gemeu, suas unhas cravando-se nas minhas costas.
Cada embate era uma afirmação. Não havia mais primas, não havia mais regras. Havia apenas aquele quarto, aquele suor, os gemidos sincronizados. O ritmo aumentou, tornando-se desesperado, animal. Eu conseguia sentir a tensão crescendo nela de novo, suas contrações me puxando para mais fundo.
“Vem comigo,” ela ordenou, seus olhos fixos nos meus.
E foi impossível resistir. Um rugido saiu da minha garganta quando eu a alcancei, sentindo seu corpo convulsar violentamente sob o meu no mesmo instante. Foi uma explosão cega, branca, total. Desabei sobre ela, ofegante, o mundo reduzido ao bater dos nossos corações.
Ficamos deitados por um tempo, emaranhados, o ar carregado do cheiro do nosso sexo. Ela traçou círculos lentos nas minhas costas.
“Ainda se sente perdido?” ela perguntou, sua voz um sussurro rouco contra meu peito.
Abri um sorriso no escuro. “Achei exatamente o que procurava.”
Conto erótico enviado por Luana.
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