
Conto erótico: Histórias gays que te deixam no seu mundo particular de prazer!

A luz dourada do entardecer filtrava pelas janelas altas do ateliê, pintando o espaço com tons quentes. Eu estava sozinho, ajustando a tela sobre o cavalete, quando a porta se abriu sem aviso. Era ele, Daniel, meu modelo há semanas, mas naquela noite, algo no ar mudou.
Seus olhos verdes, sempre intensos, queimavam com uma promessa que eu já não conseguia ignorar.
— Você esqueceu a chave de novo — disse ele, fechando a porta com um clique suave. O som ecoou no silêncio, como um preâmbulo do que viria.
— Ou talvez eu só quisesse que você aparecesse — respondi, sem tirar os olhos dos seus lábios entreabertos. A tensão entre nós era um fio esticado, prestes a arrebentar.
Daniel se aproximou, devagar, como se cada passo fosse uma decisão. O cheiro de tinta a óleo e suor misturava-se ao perfume cítrico que ele usava, uma combinação que me deixava tonto. Quando seus dedos roçaram meu antebraço, um arrepio percorreu minha coluna.
— Você sempre olha demais — murmurou, a voz rouca. — Hoje, eu quero sentir.
Não houve resistência. Minhas mãos encontraram sua cintura, puxando-o contra mim. A textura áspera de sua camisa de linho contrastava com a maciez da pele sob minhas palmas. Ele gemeu baixo quando meus lábios encontraram seu pescoço, a barba por fazer arranhando minha bochecha.
— Quero te pintar — sussurrei, enquanto desabotoava sua camisa. — Mas primeiro, preciso te conhecer de verdade.
Cada botão que se abria revelava mais da tela que eu ansiava explorar: os músculos definidos, a cicatriz discreta no ombro, o caminho de pelos que desaparecia sob a cintura da calça. Daniel não se moveu para ajudar, apenas observava, os olhos semicerrados, a respiração acelerada.
Quando minha boca desceu pelo seu peito, ele arqueou as costas, os dedos enfiados em meu cabelo.
Conto erótico: O conto gay mais quente que você vai encontrar!— Não pare — pediu, quase um lamento.
Não parei.
A calça de Daniel caiu no chão com um ruído surdo, seguida da minha. A pele contra pele era elétrica, cada toque uma centelha. Ele me empurrou contra a parede, as mãos explorando meu corpo com uma urgência que combinava com a minha. Nossos corpos se encaixaram como se tivessem sido feitos para aquilo, cada movimento um convite, cada gemido uma resposta.
— Agora — Daniel sussurrou, os lábios colados aos meus. — Não aguento mais.
E eu também não.
O ateliê, antes um espaço de criação, tornou-se nosso refúgio. Entre pincéis caídos e telas meio pintadas, nos perdemos um no outro, sem pressa, sem limites. Cada suspiro, cada toque, era uma cor nova na paleta daquela noite.
Quando finalmente nos separamos, ofegantes, Daniel sorriu, os lábios inchados dos beijos.
— Acho que você encontrou sua obra-prima — disse, passando os dedos pelo meu peito suado.
Eu sorri de volta, sabendo que ele tinha razão. Não era uma tela, nem uma escultura. Era algo muito mais vivo.
Conto erótico enviado por Lucas, 32, artista plástico e amante das noites que viram madrugada.
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