
Conto erótico: A lição da minha irmã

O ar no apartamento estava pesado, carregado de um calor que o ventilador de teto não conseguia dissipar. Eu estava deitada de bruços no sofá, usando apenas um shorts e um top, reclamando do tédio em voz alta para a minha irmã, Sofia.
Ela, três anos mais velha, observava-me do outro lado da sala, um sorriso pequeno e knowing brincando nos seus lábios.
“Tédio é falta de criatividade, Lara,” ela disse, a voz um fio de seda no ar parado. “Ou falta de coragem.”
Desafiei-a com o olhar. “E o que você sugere?”
Ela se levantou, movendo-se com uma graça felina que eu sempre invejei. Parou à minha frente, a sombra do seu corpo bloqueando a luz da janela. Seus olhos, da mesma cor de mel que os meus, percorreram meu corpo com uma intensidade que fez minha pele formigar.
“Eu sugiro que você pare de pensar tanto,” ela sussurrou, a voz baixa e íntima. “E sinta mais.”
Antes que eu pudesse responder, seus dedos deslizaram pela minha nuca, afastando meus cabelos com uma delicadeza que me fez prender a respiração. A touch era inocente, mas a intenção por trás dela não era. Meu coração acelerou, batendo contra as costelas como um pássaro preso.
“Sofia…” eu respirei, um alerta fraco, um convite.
“Cala a boca, Lara,” ela ordenou, suavemente. “Só sente.”
Seus dedos desceram pela minha coluna, um traço lento e firme através do tecido fino do meu top. Cada vértebra pareceu acender-se sob o seu toque. Eu fechei os olhos, afundando na sensação. Era proibido. Era errado. E era a coisa mais excitante que eu já tinha experimentado.
Ela se ajoelhou no sofá, ao meu lado. Eu podia sentir o calor do seu corpo, cheirar o seu perfume familiar – jasmim e algo mais selvagem, algo que era só dela. Sua mão deslizou por debaixo do meu corpo, encontrando a pele nua da minha barriga.
“Você está tremendo,” ela observou, seu hálito quente no meu ouvido.
“Eu sei,” eu gemeu, já incapaz de disfarçar o efeito que ela tinha sobre mim.
Para que serve o swing?A sua mão subiu, palma plana, até as minhas costelas, depois mais alto, até encontrar a curva inferior do meu seio, ainda contida pelo top. Ela parou ali, fazendo-me esperar, fazendo-me ansiar. A antecipação era uma tortura deliciosa. Eu arquei as costas involuntariamente, um pedido silencioso.
Ela atendeu. Com movimentos deliberados, ela puxou o meu top para cima, expondo meus seios ao ar condicionado. O contraste do ar frio com a minha pele superaquecida fez meus mamilos ficarem duros instantaneamente. Ela prendeu a respiração.
“Linda,” ela murmurou, mais para si mesma do que para mim.
Então, sua boca estava em mim. Quente, úmida, experiente. Ela tomou um mamilo entre os lábios e a língua, e um choque de prazer eletrizante percorreu todo o meu corpo, direto para o meu centro. Eu gritei, minhas mãos enterrando-se no sofá.
Ela chupou, lambeu, mordiscou com uma habilidade que me fez questionar tudo e todos que vieram antes dela. Era devorador. Era possessivo.
A sua outra mão não ficou parada. Deslizou para dentro do meu shorts, encontrando a umidade que já encharcava minha calcinha. Ela gemeu de aprovação contra o meu peito.
“Tão molhada para mim, irmãzinha,” ela sussurrou, e a palavra ‘irmãzinha’ soou como a coisa mais perversa e erótica do mundo naquela boca.
Seus dedos rasparam o elástico da minha calcinha e encontraram meu clitóris, inchado e pulsante. Ela não fez rodeios. Seu toque era confiante, direto, como se conhecesse cada centímetro do meu corpo melhor do que eu. Um dedo, depois dois, deslizaram para dentro de mim, enchendo-me com uma perfeição que fez meus olhos revirarem.
Eu estava perdida. O mundo se reduziu ao seu toque, à sua boca, ao som dos nossos gemos ofegantes se misturando. Ela me movia num ritmo crescente, seus dedos encontrando um ponto dentro de mim que fazia luzes explodirem atrás das minhas pálpebras fechadas.
Eu estava subindo, subindo, me agarrando a ela, gritando o nome dela como um mantra.
A minha queda foi violenta e total. Um tremor convulsivo tomou conta de mim, meu corpo arquejou e se contorceu contra o dela enquanto a onda de prazer me arrasava. Eu gritei, um som rouco e primitivo, enquanto ela me segurava firme, beijando meu pescoço, sussurrando palavras suaves e sujas até que o último espasmo passou.
Quando consegui abrir os olhos, ela estava me olhando, seu rosto marcado pelo mesmo desejo intenso. Sem uma palavra, eu a puxei para baixo e capturei seus lábios com os meus em um beijo feroz, com gosto de sal e poder.
A lição dela estava apenas começando, e eu estava pronta para aprender tudo.
Para que serve o swing?
O que é ser transexual?Conto erótico enviado por Lara.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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