Conto erótico: Equitação do prazer – Selas, suor e o galope que não tem fim

Conto erótico: Equitação do prazer – Selas, suor e o galope que não tem fim

O sol da tarde batia em meu rosto enquanto ajustava a sela de couro sobre o cavalo. A fazenda exalava o cheiro de capim cortado e terra úmida, mas minha mente estava em outro lugar. Ele me observava de longe, com aquele sorriso que sempre me despertava algo entre as pernas.

– Precisa de ajuda com aquela sela, Sofia? – Ele se aproximou, e seu perfume misturado com o cheiro do cavalo me fez fechar os olhos por um instante.

– Estou quase terminando, Lucas. – Mas minhas mãos tremiam, e ele percebeu.

Seus dedos tocaram os meus, e um choque percorreu meu corpo. Ele não disse nada, apenas se inclinou para prender o cinto da sela, e seu corpo pressionou contra o meu. Eu podia sentir o calor dele através da blusa fina que vestia.

– Você sabe montar? – Ele sussurrou no meu ouvido, e o bafo quente me fez estremecer.

– Sei o suficiente para saber o que quero. – Eu me virei para encará-lo, e nossos lábios se encontraram com uma fome que eu não sabia que possuía.

Ele me levantou com facilidade, sentando-me na sela antes de subir atrás de mim. O cavalo começou a se mover, e cada passo era como uma provocação. Suas mãos deslizaram pela minha cintura, descendo até minhas coxas, e eu respirei fundo.

– Vamos mais rápido. – Ele disse, e o galope começou.

O vento batia em meu rosto, mas era o calor de suas mãos em meu corpo que me consumia. Ele me segurava com força, e eu podia sentir sua ereção contra minhas costas. O cavalo parou perto de um riacho, e ele desceu primeiro, me ajudando a desmontar.

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Seus lábios encontraram os meus novamente, e desta vez não havia hesitação. Suas mãos desabotoaram minha calça, e seus dedos encontraram minha umidade. Eu gemi contra sua boca, e ele me fez deitar na grama macia.

– Você está tão molhada, Sofia. – Ele sussurrou, e eu o puxei para cima de mim.

Ele me penetrou com um movimento firme, e meu corpo arqueou de prazer. O ritmo dele era perfeito, cada golpe me levando mais perto do clímax. Suas mãos seguravam minhas coxas, e eu o envolvi com as pernas, pedindo mais.

– Mais rápido, Lucas. Por favor.

Ele obedeceu, e o mundo ao nosso redor desapareceu. Só existíamos nós, o suor, os gemidos e o galope que não tinha fim. Quando o orgasmo me atingiu, eu gritei seu nome, e ele me seguiu momentos depois, colapsando sobre mim.

Ficamos ali, ofegantes, com o som do riacho e dos pássaros ao redor. Ele me beijou novamente, desta vez com uma ternura que me fez sorrir.

– Acho que precisamos praticar mais equitação. – Ele disse, e eu ri.

– Com certeza.

Conto erótico enviado por Miguel e Clara.

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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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