
Conto erótico: Tesão mineiro nas Gerais

O ar de Belo Horizonte tinha um gosto de chuva verão e milho cozido. Eu a vi na calçada, de frente para um barquinho, o vapor da chapa subindo e rolando seu rosto.
Ela era uma daquelas minas que carrega o sertão no olhar, um sorriso que promete e um corpo que concretiza. Cabelo preto e liso despencando nas costas, vestido justo que desenhava cada curva, especialmente o quadril que balançava ao ritmo de uma música só dela. A fome que bateu em mim não era por queijo quente. Era por ela.
Me aproximei, o coração batendo no peito como um tambor de maracatu. "A noite tá pedindo uma cerveja e um bom papo", falei, tentando parecer mais tranquilo do que estava. Ela virou a cabeça devagar, um brilho de desafio nos olhos castanhos. "Só se o papo for bom e a cerveja bem gelada", respondeu, a voz um sussurro rouco. O jogo tinha começado.
Sentamos numa mesa de plástico, o barulho da cidade como trilha sonora. A conversa fluiu, fácil e intensa. Cada palavra dela era um convite, cada gesto um toque imaginário. Eu sentia o cheiro do perfume dela, um doce de flor do campo misturado com o suor da noite. Minha mão, por instinto, encontrou a dela em cima da mesa.
Os dedos se entrelaçaram, a pele dela macia e quente. Foi como um choque elétrico, uma corrente que percorreu meu corpo inteiro. "Vamos pra casa?", perguntei, a voz falha. Ela apenas assentiu, um sorriso cúmplice nos lábios.
O caminho para meu apartamento foi um silêncio carregado de expectativa. A porta mal se fechou e ela me empurrou contra a parede. O beijo foi voraz, faminto. Suas mãos desatavam meu botão da calça enquanto eu levantava o vestido dela, descobrindo a coxa macia, a pele lisíssima.
A levantei, ela envolveu as pernas na minha cintura e a caminhei até o quarto, nossos corpos colados, a respiração ofegante.
Conto erótico: Foda quente no MS com a gaúcha safadaDeitei-a na cama, a luz da lua entrando pela janela e desenhando seu corpo nu. Era uma obra de arte, cada centímetro perfeito. Comecei pelo pescoço, lambendo, mordiscando, descendo devagar pelos seios, sentindo os bicos endurecerem sob minha língua. Ela gemia baixinho, as mãos presas nos meus cabelos, me puxando para mais perto.
Continuei minha jornada, passando pela barriga lisa, até chegar no centro do seu desejo. O cheiro era inebriante, o sabor divino. Usei a língua com paciência e arte, desenhando círculos, pressionando o ponto certo, até sentir o corpo dela estremecer num primeiro orgasmo.
Ela me puxou para cima, a respiração ainda acelerada. "Agora é a minha vez", sussurrou, e me montou. O movimento foi lento, profundo. Ela controlava o ritmo, balançando os quadris, os seios balançando na minha frente. Eu a segurava pela cintura, sentindo cada músculo dela trabalhar, cada contração íntima. O tesão era uma coisa viva entre nós, uma chama que crescia, crescia.
O ritmo acelerou, os gemidos ficaram mais altos, os suores se misturando. Olhei nos olhos dela e vi o mesmo fogo que me consumia. Foi quando explodimos juntos, um grito de prazer que ecoou pelo quarto silencioso.
Ficamos ali, entrelaçados, ouvindo apenas o som de nossos corações voltando ao normal. Ela deitou a cabeça no meu peito e eu passei os dedos pelo cabelo dela. "Uai", disse ela depois de um longo silêncio. "Você não é de mentir."
Eu ri, um sentimento de plenitude que não sentia há muito tempo. A noite em Minas tinha sido mais quente do que eu jamais poderia imaginar.
Conto erótico enviado por Tiago e Mariana.
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