Conto erótico: Orgia em SP com a executiva e o segredo da buceta urbana

Conto erótico: Orgia em SP: A Executiva e o Segredo da Buceta Urbana

A noite em São Paulo respirava calor, não só pelo clima abafado, mas pela eletricidade que percorria os corredores do hotel cinco estrelas na Avenida Faria Lima. Clara, 32 anos, executiva de marketing, sentia o tecido da saia lápis colado às coxas enquanto esperava o elevador.

O convite havia chegado por mensagem cifrada: “Vista seu melhor vestido preto. Sala 1408. 22h. Sem perguntas.” Ela sorriu, ajustando a alça da bolsa de couro italiano. Não era sua primeira vez, mas cada encontro assim tinha o gosto de um pecado novo.

O elevador subiu em silêncio, espelhando sua imagem: cabelos castanhos presos em coque baixo, batom vermelho escuro, salto agulha que acentuava a curva dos quadris. Ao abrir a porta da suíte, o som de risos abafados e o cheiro de uísque caro a envolveram.

Lá dentro, cinco corpos se moviam em sincronia, entre lençóis de cetim e luzes douradas. Marcos, o anfitrião, aproximou-se com um copo de cristais cheios de algo âmbar e gelado.

— Você veio — ele sussurrou, os dedos roçando seu pulso antes de entregar a bebida.

— Não resisti — Clara respondeu, os lábios quase tocando a borda do copo. Seu olhar percorreu o ambiente: Lucas, o advogado de ombros largos, já sem camisa, beijando o pescoço de Juliana, a arquiteta de pele morena. Ao fundo, Daniel, o músico, dedilhava o corpo de Amanda como se fosse um instrumento.

— Regras são simples — Marcos murmurou, a voz áspera. — Nada é obrigatório. Tudo é permitido.

Ela tomou um gole, sentindo o líquido queimar sua garganta. A primeira mão a tocá-la foi a de Juliana, os dedos frios deslizando por sua nuca, soltando os fios presos. Clara arqueou as costas, um gemido baixo escapando quando os lábios da outra mulher encontraram seu ombro.

O vestido preto, antes impecável, agora escorregava pelos seus braços, revelando o sutiã de renda preta.

— Deixa eu te ajudar — Juliana provocou, os dentes mordiscando sua orelha.

O ar estava denso com o cheiro de perfume caro, suor e desejo. Clara fechou os olhos quando Lucas se ajoelhou à sua frente, as mãos grandes subindo por suas coxas, parando a centímetros da umidade que já escorria entre suas pernas. Ela mordeu o lábio, as unhas cravando nos ombros de Marcos, que a beijava com uma fome animal.

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— Quero sentir você — ele exigiu, a voz rouca.

O vestido caiu no chão. Clara estava só de lingerie, exposta, mas poderosa. Daniel se aproximou por trás, os dedos traçando a coluna vertebral enquanto Juliana se ajoelhava, os lábios quentes pressionando o tecido úmido da calcinha.

— Tão molhada — Juliana suspirou, a língua traçando o contorno da renda.

Clara arquejou, as pernas tremendo quando a boca da arquiteta finalmente a alcançou, sem barreira. As mãos de Lucas agora apertavam seus seios, os polegares beliscando os mamilos duros. Ela se deixou levar, o corpo respondendo a cada toque, cada mordida, cada respiração ofegante que ecoava na suíte.

— Mais — ela implorou, as palavras saindo entrecortadas.

Marcos não precisou de mais convite. Com um movimento rápido, tirou a calcinha, deixando Clara completamente nua, vulnerável, mas no controle. Quando ele a penetrou com os dedos, ela se agarrou a Juliana, que não parava de lamber, sugar, levar Clara ao limite. Ao lado, Amanda e Daniel se entrelaçavam no sofá, os gemidos deles se misturando aos dela.

— Agora — Clara ordenou, a voz quebrada.

Marcos a levantou, encostando-a na parede fria. Ela envolveu as pernas em sua cintura, sentindo-o duro, pronto. O primeiro empurrão foi lento, torturante. O segundo, profundo. Clara jogou a cabeça para trás, os seios balançando com cada movimento. Juliana não parou, a língua agora brincando com seu clitóris, enquanto Lucas beijava seus seios, as mãos explorando cada curva.

O orgasmo veio como uma onda, arrastando-a para um redemoinho de prazer. Clara gritou, as unhas marcando as costas de Marcos, o corpo tremendo incontrolavelmente. Quando finalmente abriu os olhos, viu Juliana sorrindo, os lábios brilhantes.

— Só o começo — a arquiteta prometeu.

E Clara soube que era verdade.

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Conto erótico enviado por Rafael, 38 anos, publicitário e amante das noites paulistanas que nunca acabam.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

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