Conto erótico: Gozando no Delta Piauiense com a mulher fogosa

Conto erótico: Gozando no Delta Piauiense com a mulher fogosa

O sol caía pesado sobre as águas do Delta do Parnaíba, pintando o céu de tons alaranjados enquanto o vento quente acariciava a pele úmida de Clara. Ela, uma mulher de curvas generosas e sorrisos maliciosos, não escondia o desejo que ardia em seus olhos escuros.

Estava ali para sentir, para se entregar àqueles momentos de prazer puro, longe das amarras da cidade grande.

Eu a conheci na beira do rio, onde a areia fofa se misturava com a água morna. Seu vestido leve, quase transparente, colava ao corpo suado, revelando cada contorno que pedia para ser explorado. Ela me olhou de cima a baixo, mordendo o lábio inferior, e sussurrou com voz rouca:

Você veio aqui para fugir ou para se perder?

Não respondi com palavras. Aproximei-me, sentindo o cheiro de coco e sal em sua pele, e passei os dedos pela sua nuca, puxando-a para um beijo que não pedia permissão. Sua boca era doce, mas sua língua, ávida, invadia a minha com uma fome que me deixou sem fôlego.

Aqui, a gente não tem pressa, ela murmurou, enquanto suas mãos desciam pelo meu peito, arranhando levemente a pele. O rio espera. A noite espera. Eu espero.

O barulho das ondas batendo nas margens se misturava aos nossos gemidos abafados. Clara se ajoelhou na areia, os dedos ágeis desabotoando minha calça com uma urgência que me fez estremecer. Sua boca quente envolveu minha ereção, e cada movimento de sua língua era uma promessa de prazer sem limites.

Eu enterrei os dedos em seus cabelos negros, guiando-a, enquanto ela me olhava com um sorriso safado, sabendo exatamente o efeito que causava.

Você gosta de brincar com fogo, não é? — perguntei, ofegante, enquanto a puxava para cima.

Conto erótico: Tesão no frevo em RecifeConto erótico: Tesão no frevo em Recife

Eu gosto de queimar, ela respondeu, empurrando-me contra uma árvore próxima. Suas pernas envolveram minha cintura, e senti o calor úmido entre suas coxas, pronto para me receber.

Não houve delicadeza. Foi puro instinto. Ela se deixou cair sobre mim, gemendo alto quando a penetrei com um movimento rápido e profundo. O ritmo era selvagem, ditado pela necessidade que nos consumia.

Cada investida fazia seus seios balançarem, e eu os agarrei, mordendo os mamilos duros enquanto ela arranhava minhas costas, pedindo mais.

Assim, meu Deus, assim! — sua voz se perdeu no ar úmido, enquanto seu corpo se tensionava, à beira do clímax.

Senti seus músculos internos se contraírem ao meu redor, e não resisti. Enterrei o rosto em seu pescoço, sufocando meu próprio gemido enquanto gozava dentro dela, as ondas de prazer nos arrastando juntos. Clara tremeu, suas unhas cravadas em meus ombros, até que finalmente relaxou, ofegante, apoiando a testa na minha.

Isso foi só o começo, ela disse, com um sorriso preguiçoso, enquanto o sol se punha sobre as águas do Delta.

O vento ainda soprava quente, e o cheiro de sexo misturava-se ao perfume da floresta. Clara se afastou devagar, passando os dedos pelos lábios inchados, como se saboreasse a memória do que acabara de acontecer.

Amanhã tem mais.

E eu soube, naquele instante, que não iria embora tão cedo.

Conto erótico: Tesão no frevo em RecifeConto erótico: Tesão no frevo em Recife
Conto erótico: Orgia na Amazônia, o Pará e a gozada no rioConto erótico: Orgia na Amazônia, o Pará e a gozada no rio

Conto erótico enviado por Marcos V.

Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Gozando no Delta Piauiense com a mulher fogosa
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)

Suellen Gomes

Apaixonada pelo universo dos fetiches e pela liberdade de expressão sensual, dedico meu espaço no Fetiche em Pé a explorar desejos, fantasias e experiências que valorizam o corpo, a autoestima e o prazer consensual.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Go up