
Conto erótico: Fodendo no sertão Paraibano

O sol de fevereiro castigava o chão de xexéu. Dentro do casebre de taipa, o ar era pesado, cheirava a poeira e a suor. Eu a via de costas, curvada sobre a pia de cimento, lavando uma roupa escura.
A saia de chita, alva e simples, subia um pouco com o movimento, revelando a parte inferior das suas pernas morenas e firmes. Seu nome era Iracema, e seu corpo era uma promessa de fogo e sertão.
Aproximei-me devagar. Ela sentiu minha presença, mas não se virou. O som da água batendo na bacia era o único barulho. Minha mão encontrou a cintura dela. A pele era quente, macia sob o tecido fino da blusa de algodão. Ela estremeceu, um suspiro curto escapou de seus lábios. Minha outra mão desceu pelo seu quadril, sentindo a curva generosa.
A água parou. Ela se endireitou, encostando as costas no meu peito. O cheiro do seu cabelo, um misto de erva-doce e sol, me encheu as narinas. Meus dedos subiram pela lateral do corpo dela, até o contorno do seio. Ela respirou fundo, empurrando-se contra mim. A mão que estava na sua cintura desceu, puxando a saia devagar, expondo suas coxas. A pele estava macia, com o calor do interior.
Eu a virei. Nosso olhares se encontraram. Seus olhos escuros queimavam de um desejo que não precisava de palavras. Meus lábios encontraram os dela. O beijo foi seco, urgente, cheio de gosto de terra e de vontade. Minhas mãos apertaram suas nádegas, puxando-a contra minha ereção já evidente. Ela gemeu baixinho, um som que vibrou em todo o meu ser.
Com um movimento rápido, ergui-a no colo e a sentei na mesa de madeira rústica. A blusa dela foi o primeiro a ir. Meus dedos se apressaram em desabotoar, liberando seios perfeitos, marrons, com bicos duros como seixos ao sol.
Meus lábios os envolveram, um de cada vez, sentindo o gosto salgado da pele, ouvindo os gemidos dela ficarem mais altos, mais suplicantes.
Minha mão deslizou por entre as pernas dela. A calcinha, um pedaço simples de renda, estava encharcada. Deslizei-a para o lado e meus dedos encontraram um calor molhado, um clitóris pulsante.
Ela arqueou as costas na mesa, os quadris se movendo em um ritmo instintivo, pedindo mais. Eu a explorei com dedicação, sentindo a musculatura dela se contrair, a respiração ofegante.
Conto erótico: Tesão mineiro nas GeraisNão podia mais esperar. Abri o meu jeans, libertando minha pica dura. O olhar dela se fixou nela, um sorriso lento e provocador surgiu em seu rosto. Abri as pernas dela com um movimento firme e a penetrei. O calor dela me envolveu de uma vez só, apertado, escorregadio, perfeito. Foi um gemido em uníssono, o som do sertão ecoando dentro de nós.
O ritmo começou lento, profundo. Cada movimento era uma afirmação, uma conquista. A mesa rangeu sob nós, batendo no ritmo dos nossos corpos. Eu olhava para o rosto dela, contorcido de prazer, os cabelos grudados na testa suada.
Suas mãos seguravam minhas costas, as unhas me marcando, me incitando a ir mais fundo, mais forte.
A velocidade aumentou. O som da nossa transa encheu o casebre, um barulho úmido, visceral, que abafava qualquer outro som. O mundo lá fora não existia. Só havia aquele calor, aquele cheiro, aquele corpo se entregando ao meu.
Ela começou a gritar, palavras soltas, um português misturado com sons primitivos. Sua bunda batia na mesa a cada golpe.
Senti a contração dela vindo. O corpo todo dela ficou rígido, as pernas se fecharam em volta da minha cintura como uma presa. O clímax a atingiu em seco, um espasmo forte, silencioso por um segundo, seguido por um gemido longo e rasgado que saiu do fundo da sua alma.
A vagina dela pulsou em volta de mim, me sugando, me levando junto com ela.
Eu não segurei. Gozei dentro dela, um jato forte, quente, que pareceu durar uma eternidade. Meu corpo tremeu, descarregando toda a tensão, todo o desejo que me consumia. Ficamos assim por um longo momento, eu sobre ela, os dois ofegantes, o suor escorrendo, o coração batendo descompassado.
Quando me afastei, ela sorriu. Um sorriso cansado, satisfeito, de mulher que sabe o que quer. O sol da tarde entrava pela janela, pintando o chão de ouro. O sertão paraibano nunca pareceu tão quente.
Conto erótico: Tesão mineiro nas Gerais
Conto erótico: Foda quente no MS com a gaúcha safadaConto erótico enviado por Ruan e Larissa.
Espero que tenha curtido o conteúdo sobre:
Conto erótico: Fodendo no sertão Paraibano
Em Contos eróticos temos diversos artigos sobre este tema. Recomendo :)
Go up








Deixe um comentário