
Conto erótico: Estou fazendo striptease ao vivo agora

A luz dourada do abajur desenhava sombras no meu corpo enquanto a música começava, lenta e hipnótica. Era uma noite quente, daquelas que faziam a pele brilhar antes mesmo do primeiro toque.
Eu estava ali, no centro do palco íntimo, sentindo o peso dos olhares sobre mim. Não era só um striptease. Era uma promessa silenciosa, um convite para desvendar cada curva, cada suspiro que escapava dos lábios entreabertos da plateia.
Meus dedos deslizaram pela alça do vestido preto, puxando-a com uma lentidão calculada. O tecido escorregou pelos ombros, revelando a pele macia, já arrepiada pela expectativa. O ar condicionado mal disfarçava o calor que subia entre as pernas, uma umidade doce que me lembrava por que eu amava aquilo. Não era só pelo dinheiro, nem pela adrenalina.
Era pelo poder de fazer alguém perder o fôlego só com um movimento de quadril.
— Você é linda demais, sussurrou uma voz masculina da primeira fileira. Era ele, sempre ele. Lucas, ou talvez fosse Mateus naquela noite, pouco importava. O que importava era o jeito como seus olhos escuros acompanhavam cada centímetro de pele que eu expunha.
A respiração dele acelerava a cada segundo, e isso me deixava ainda mais ousada.
Girei devagar, as costas arqueadas, as mãos subindo pelos meus próprios braços como se fossem de outro alguém. O vestido caiu no chão, deixando apenas a lingerie de renda vermelha, escolhida a dedo para essa noite.
O tecido fino mal continha os seios, e eu sabia que ele notava cada detalhe: o contorno dos mamilos endurecidos, a cintura estreita, o modo como a calcinha justa marcava o formato dos lábios entre as coxas.
— Quer mais? perguntei, os lábios úmidos, a voz um fio de mel derretido.
Ele assentiu, incapaz de formar palavras. Os outros na plateia existiam apenas como sombras. Só ele importava. Só a forma como seus dedos se cravaram no braço da poltrona, como se precisasse de algo para não se levantar e me tocar ali mesmo.
Conto erótico: Junte-se ao mundo de Everlustinglife! Apenas para adultos!Aproximei-me, os saltos altos clicando no chão de madeira. Meus joelhos roçaram os dele, e eu me inclinei, deixando que o cheiro do meu perfume — algo doce, com um toque de baunilha e pecado — invadi-se seus sentidos. Meus dedos brincaram com o cinto dele, sem pressa, enquanto a música pulsava no ritmo do meu coração.
— Toque, ordenei, baixinho.
Sua mão tremia ao obedecer. Primeiro, apenas a ponta dos dedos na minha coxa, depois subindo, hesitantemente, até a borda da calcinha. Eu não o impediria. Não naquela noite. Não quando a tensão entre nós era tão espessa que dava para cortar com uma faca.
— Você está molhada, ele murmurou, a voz rouca de desejo.
— E você, duro, respondi, pressionando-me contra ele, sentindo o volume sob a calça. Mas ainda não é hora.
Afastei-me com um sorriso, voltando ao centro do palco. Agora era a vez da lingerie. Os dedos trêmulos no fecho do sutiã, a renda caindo, os seios livres, pesados, os mamilos latejando pelo ar frio. Eu os acariciei, gemendo baixo, imaginando que eram as mãos dele. Os homens na plateia suspiravam, mas meus olhos nunca deixaram os dele.
A calcinha foi a última barreira. Desci-a devagar, dobrando-me de forma que ele pudesse ver tudo, cada detalhe úmido, cada fio de desejo que escorria por entre as coxas. Quando fiquei completamente nua, não houve vaia nem aplausos. Só silêncio, cortado pela respiração ofegante de Lucas, ou Mateus, ou quem quer que ele fosse.
— Venha aqui, disse, estendendo a mão.
Ele não resistiu.
Conto erótico enviado por Mariana V., uma dançarina que transformou a arte do striptease em poesia do desejo.
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Conto erótico: Quando ele gozou na minha bocaEspero que tenha curtido o conteúdo sobre:
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